
sexta-feira, 3 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Deputado Pedroc Uczai (PT/SC) se licencia por 60 dias

Para Uczai, a licença fortalece o projeto político do PT, que historicamente defendeu o sistema de rodízio para que outras lideranças do partido também ocupem seu espaço e contribuam no parlamento. “Este desprendimento dos deputados é muito importante, porque permite que outras lideranças que constroem o partido e tiveram um papel decisivo para a legenda nas eleições passadas mostrem seu trabalho. Além disso, fortalece o mandato partidário e demonstra que ele não é individualizado”, afirma Uczai.
Revista Veja e Gilmar Mendes tem que pedir desculpas
Foi uma alaúza geral. Imediatamente, todos os órgãos principais da imprensa diária fizeram a repercussão do fato, com imensos espaços. O mesmo ocorrendo com telejornais e programas jornalísticos radiofônicos.
Lula, do alto da sua subalternidade às classes dominantes, pressionado formalmente por Gilmar Mendes, não hesitou em enviar o diretor da Abin Paulo Lacerda - envolvido como cúmplice do "crime" - para um posto honorífico no exterior. E chegando a insinuar "condenações" a métodos não recomendáveis de investigação.
Pois bem. Dia 1º de julho, está lá escondido na página 11 da Folha de S.Paulo, e inencontrável nas páginas do Globo, a informação que deveria estar na primeira página: a Polícia Federal não conseguiu municiar o inquérito com a prova material do caso. Não foi encontrada nenhuma fita com gravações da referida conversa, entre os dois palestrantes. "Gravação", aliás, pela qual só tinham que agradecer, tal o teor de alto nível civilizatório, de homens públicos probos, das formulações ali explicitadas. Arquivou o processo sem indiciar os "suspeitos".
Ficam, então, duas questões sérias a elucidar.
1 - A atitude do ministro do Supremo não tem nada a ver com falsidade ideológica? É absolutamente permitido à Sua Excelência, que até hoje não apresentou nenhuma contestação digna contra a acusação de chefe de capangas a ele feita pelo ministro Joaquim Barbosa, denunciar um crime, e seu executor, que não existiu? Nascido exclusivamente de sua capacidade ficcional e de sua enorme disponibilidade para a mídia conservadora?
2 - A revista Veja vai fazer algum pedido de desculpas - com o destaque dado à matéria quando de sua publicação - quanto à divulgação de uma suposta gravação que nunca teve em mãos? Vai informar quem deu a falsa informação, não verificada pelo medíocre e desonesto quadro de jornalistas que abriga?
A cidadania espera que as respostas surjam para que ambos, Gilmar Mendes e a revista, não tenham ainda mais desgastada a má imagem de que hoje desfrutam.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
O MUNDO SE MANIFESTA CONTRA O GOLPE DE ESTADO EM HONDURAS

ONU, OEA, SICA, ALBA, UNASUR, UNION AFRICANA, UNION EUROPEA, NO-ALINEADOS
En todo el mundo no reconocen al gobierno de facto en Honduras
ENVIADO POR NOSSO COMPANHEIRO E COLABORADOR JACOB BLINDER
Caracas, 29 jun. 2009. Tribuna Popular
TP.- El presidente de la Asamblea de Naciones Unidas Miguel d'Escoto y el secretario general Ban Ki-moon, la OEA, el Sistema de Integración Centroamericana (SICA), los países del ALBA, el Grupo de Río, la Unasur, la Unión Europea y decenas de gobiernos de todo el mundo condenaron el golpe militar contra el presidente constitucional de Honduras Manuel Zelaya y advirtieron que no reconocerán a ningún gobierno de facto.
La oligarquía hondureña quiso detener la consulta popular de este domingo para llamar a una asamblea constituyente, pese a su carácter no vinculante. El Ministerio Público emitió una orden advirtiendo a quienes participaran en la consulta que incurrirían en el delito de traición a la patria cuya pena menor es de 10 años de reclusión.
El presidente Zelaya impulsa la encuesta no vinculante, pero un juez y un fiscal...
*Republica Vermelha
domingo, 28 de junho de 2009
Florestan Fernandes

Considerações acerca do desenvolvimento da Sociologia no Brasil e da importância de Florestan Fernandes
A história do desenvolvimento do pensamento sociológico no Brasil, que passou por diversos momentos e foi abordada sob diversos enfoques, tem sua origem no período chamado de “pré-científico” onde a produção de obras que objetivavam analisar a sociedade eram feitas por pessoas sem especialização acadêmica na área, e sem método, que são mais de abordagem histórica e literária que sociológica, o que de forma alguma deve ser fator de pormenorização da importância e do pioneirismo das mesmas. Nesse período ressalta-se a obra “Os Sertões” de Euclides da Cunha, cujo tema é o conflito na região de Canudos. Todavia, tão importante quanto a análise do conflito, é a busca da compreensão do sertão e do sertanejo.
A partir das obras de Oliveira Viana, “Populações Meridionais no Brasil” e “Evolução do Povo Brasileiro” e, principalmente, do clássico de Gilberto Freyre “Casa Grande e Senzala” que o viés sociológico torna-se preponderante nas análises, esta última obra é especialmente voltada para um estudo otimista das relações inter-raciais no Brasil.
No momento seguinte, no começo da década de 1930, com a criação da escola de sociologia da Universidade de São Paulo, inicia-se o momento da expansão da chamada “sociologia cientifica” onde se encontra a proliferação de ensaios e estudos altamente embasados e munidos do objetivo de se compreender o Brasil. Nessa escola encontram-se os principais autores da Sociologia no país, e dentre eles destaca-se Florestan Fernandes, ingresso já no começo da década seguinte.
Florestan Fernandes, nascido em São Paulo na década de 1920, vindo das classes operárias, cuja mãe trabalhava de lavadeira, optou pelas Ciências Sociais devido ao curso ser noturno, o que o possibilitava trabalhar para alcançar o seu sustento. Bacharelou-se em Ciências Sociais no ano de 1943 e, acadêmico brilhante que era, com 10 anos já havia percorrido toda a carreira na USP.
Em um primeiro momento de sua carreira, dedica seus estudos a um viés mais antropológico buscando, com sua tese de mestrado, compreender, através de dados secundários e terciários, a “organização social dos Tupinambás”, com uma dissertação de mestrado de mesmo nome, e com a tese de doutorado batizada de “A função social da Guerra na sociedade Tupinambá”. Todavia, não seria com estudos dessa natureza que ele iria se consagrar como um dos maiores sociólogos do “terceiro mundo”, como o qualificou Willian P. Morris no International Journal of Sociology (1981).
Florestan, a partir de 1952 quando assume a cadeira de Sociologia 1 na USP, subordina o seu labor intelectual à compreensão dos estudos sociais dentro dos padrões científicos, dando início a organização de um grupo de colaboradores, dentre eles, Otavio Ianni e Fernando Henrique Cardoso, originando a “Escola de Sociologia da USP” ou “Escola de Sociologia Florestan Fernandes”, que tinha como finalidade o desenvolvimento de pesquisas nas áreas de relações no Brasil, desenvolvimento da empresa industrial em São Paulo e na análise sociológica do desenvolvimento do Brasil.
Outro tema que em um determinado momento domina as preocupações intelectuais de Florestan é o desenvolvimento da revolução burguesa no Brasil, que ele afirma que em condições de subdesenvolvimento se caracteriza por ser antidemocrática e antipopular.
Após o seu retorno do período de exílio, fruto do momento ditatorial vigente no Brasil, Florestan se dedica a colaboração com os movimentos sociais emergentes, o que influencia sobremaneira o seu trabalho acadêmico, especialmente com o trabalho “Em busca de uma sociologia critica e militante” onde explicita a crítica permanente da dominação burguesa no Brasil e renova suas esperanças no socialismo. A partir de então a crítica ao caráter elitista e antipopular da transição política no país alcança papel central em suas obras.
E intensifica-se principalmente a partir de 1986, quando aceita o convite do Partido dos Trabalhadores para concorrer a uma cadeira no parlamento brasileiro, sendo eleito deputado federal constituinte e tendo uma atuação voltada à construção das condições de emancipação da classe trabalhadora, tendo como eixo central de sua atuação parlamentar a construção de uma educação verdadeiramente popular e democrática.
Florestan Fernandes deixou a vida em 10 de agosto de 1995, deixando também uma extensa obra, fundamental para a compreensão da sociedade brasileira e, mais do que isso, deixando um legado através de seus exemplos que nos demonstra a justeza da 11 ª tese de Marx sobre Feuerbach: “os filósofos tem apenas interpretado o mundo de diversas maneiras; a questão porém é transformá-lo”.
*por Danniel Coelho
sábado, 27 de junho de 2009
Mentiu pro Tio
domingo, 21 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Chapecoenses são 'POCA VOIA"
Me engana que eu gosto.....Presidente de Cooperativa,Presidente de Sindicato Operário....Comungarem da mesma forma de pensar?????? Ou eu devo estar vendo bichinho,ou somos todos nós, trabalhadores, alçados ao maior desprestígio possível, por parte de uma minoria, que tenta de todas as formas, mostrar o poder dominante, falam, pensam, sem ao menos observarem a classe de trabalhadores mal remunerados , ou melhor dizendo, escravizados..... Trabalhadores ou mesmo desempregados, não devem e nem podem se submeter ao sistema sub-servientarista ao qual eles.....Os donos da verdade, como assim se intitulam, nos querem ver com....."POCA VOIA"
Povo instruído é povo liberto, livre pra pensar e trilhar seu próprio caminho.
* vídeo e imagens "X" da questão
terça-feira, 16 de junho de 2009
A palavra é de prata, mas o silêncio é de ouro.

domingo, 14 de junho de 2009
Produto da Mente no Twitter

sexta-feira, 12 de junho de 2009
Desencanto

Todos os dias desaparecem espécies animais e vegetais, idiomas, ofícios. Os ricos são cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. Cada dia há uma minoria que sabe mais e uma minoria que sabe menos. A ignorância expande-se de forma aterradora. Temos um gravíssimo problema na redistribuição da riqueza. A exploração chegou a requintes diabólicos. As multinacionais dominam o mundo. Não sei se são as sombras ou as imagens que nos ocultam a realidade. Podemos discutir sobre o tema infinitamente, o certo é que perdemos capacidade crítica para analisar o que se passa no mundo. Daí que pareça que estamos encerrados na caverna de Platão. Abandonamos a nossa responsabilidade de pensar, de actuar. Convertemo-nos em seres inertes sem a capacidade de indignação, de inconformismo e de protesto que nos caracterizou durante muitos anos. Estamos a chegar ao fim de uma civilização e não gosto da que se anuncia. O neo-liberalismo, em minha opinião, é um novo totalitarismo disfarçado de democracia, da qual não mantém mais que as aparências. O centro comercial é o símbolo desse novo mundo. Mas há outro pequeno mundo que desaparece, o das pequenas indústrias e do artesanato. Está claro que tudo tem de morrer, mas há gente que, enquanto vive, tem a construir a sua própria felicidade, e esses são eliminados. Perdem a batalha pela sobrevivência, não suportaram viver segundo as regras do sistema. Vão-se como vencidos, mas com a dignidade intacta, simplesmente dizendo que se retiram porque não querem este mundo.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Festa junina e inauguração da nova sede do PT de Chapecó
domingo, 7 de junho de 2009
Autônomos receberão incentivos para sair da informalidade

Construída a dezenas de mãos, a proposta se arrastava no Congresso desde a época em que o Ministério da Fazenda era comandado pelo deputado federal Antônio Palocci (PT-SP). Começou como “Pró-emprego”, nessa período, e acabou rebatizado com um nome mais chique: “Microempreendedor Individual”, ou simplesmente MEI.
Resgatado do limbo pela Comissão de Finanças da Câmara, o projeto entra em vigor no dia 1º de julho. Na avaliação do ministro da Previdência, José Pimentel, o MEI é importante porque vai permitir que microempresários informais legalizem seu trabalho.
A informalidade é uma praga que, segundo estimativas da Comissão de Finanças, atinge 11 milhões de brasileiros. Ao fim do primeiro ano, o governo espera que pelo menos um milhão de autônomos já tenham ingressado no sistema.
Para ilustrar o lado positivo da matéria, o governo argumenta que, aderindo ao MEI, o trabalhador vai deixar de depender de agiotas para obter linhas de crédito. Além disso, segundo o projeto, com a entrada da medida em vigor, são imediatos o auxílio reclusão e os benefícios de pensão por morte.
O trabalhador também vai ser automaticamente segurado contra acidentes de trabalho e, ao completar um ano de contribuição, poderá obter auxílio doença e aposentadoria por invalidez. Após 180 meses de contribuição, todos se tornam elegíveis para a aposentadoria por idade. No caso das mulheres, após 10 meses de contribuição, as trabalhadoras também ganharão direito à licença-maternidade.
Pelas diretrizes do MEI, o empreendedor fará parte do Simples Nacional e vai gastar R$ 57,15 por mês para pagar a Previdência, o ICMS e o ISS. Uma das razões para a demora da aprovação do projeto foi a discordância de alguns Estado com relação a essa tributação.
“Demorou um pouco para convencer os governadores, mas esse é um projeto que só tem pontos positivos”, afirma o presidente da Comissão de Finanças da Câmara, Cláudio Vignatti (PT-SC). Para o petista, além de garantir direitos a trabalhadores autônomos, a matéria vai influenciar na diminuição da pirataria, já que mais brasileiros passarão ao regime de pessoa jurídica. “E, tendo um CNPJ, o trabalhador também vai poder participar das linhas de crédito do governo”, acrescenta Vignatti.
Como toda nova medida adotada pelo governo, o MEI não é unanimidade. Na visão de economistas, a proposta pode levar a um desequilíbrio na oferta de mão-de-obra de pessoas físicas, o que encareceria a contratação para as empresas e acabaria por diminuir o próprio rendimento do trabalhador. “A contratação do profissional perderia o atrativo”, argumenta o economista Roberto Piscitelli.
A quem interessar possa, a partir de julho, os interessados já poderão entra em contato com o Ministério da Previdência para aderir ao sistema.
Ao visitante
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enfim, sinta-se a vontade.
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