terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Dez de 19 senadores do PMDB foram parar no STF


Levantamento na base de dados do Supremo Tribunal Federal (STF) mostra que 10 dos 19 correligionários de Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) no Senado respondem a processo ou são investigados. No total, a bancada do PMDB contabiliza 13 inquéritos, 4 ações penais e 5 investigações. Em entrevista à revista Veja, Jarbas disse que no PMDB "boa parte quer mesmo é corrupção".
Um dos casos mais adiantados no STF envolve Valdir Raupp (PMDB-RO), ex-líder do partido no Senado. Ele foi denunciado pelo Ministério Público acusado de usar dinheiro obtido de empréstimo do Banco Mundial, quando era governador de Rondônia, para finalidades distintas das previstas em contrato. Até o momento, seis ministros votaram a favor de ação penal no STF. Apenas um votou por arquivar o caso. Se aceita a denúncia, será a terceira ação penal a que Raupp terá de responder no STF. O senador afirma estar tranquilo em relação ao julgamento, disse ser inocente e garante que aplicou corretamente os recursos.
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), livrou-se recentemente do inquérito mais problemático que corria contra ele no STF graças à morosidade da Justiça. Era acusado de utilizar fazendas inexistentes para obter empréstimo do Banco do Amazonas. O inquérito foi arquivado porque os crimes prescreveram. No STF, Jucá responde a mais dois inquéritos. De acordo com o líder, os processos são de "cunho político-eleitoral" e fazem parte do jogo político e das disputas com adversários.
O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), é alvo de inquérito em que o Ministério Público apura se ele teve despesas pessoais pagas por uma empreiteira e se apresentou notas fiscais falsas para comprovar a venda de bois. A denúncia o levou a renunciar à presidência do Senado, em 2007. Pela assessoria de imprensa, Renan afirmou ter ele mesmo pedido ao procurador-geral, Antonio Fernando de Souza, a abertura da investigação. Outro que responde a processos no STF é Wellington Salgado (PMDB-MG). Ainda têm pendências no STF Garibaldi Alves Filho (RN), Leomar Quintanilha (TO), Edison Lobão Filho (MA), Mão Santa (PI), Neuto de Conto (SC) e Gilvan Borges (AP). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

O caso Battisti

A decisão do ministro Tarso Genro, que concedeu refúgio político a Cesare Battisti, originou intensa polêmica. As qualificadas razões expostas por Tarso, entretanto, não constituem o centro da discussão aliás, elas sequer são referidas pela maioria dos que passaram a contestá-la. Aqui, como tem sido comum, se pretende desgastar o governo a qualquer custo, especialmente ao custo da reflexão que o caso deveria ensejar. Battisti integrou um grupelho extremista Proletários Armados pelo Comunismo (PAC) ao final dos anos 70 na Itália. Havia sido condenado em um processo criminal por ações atribuídas a este grupo, mas evadiu-se de prisão e refugiou-se na França. Em 1982, Pietro Mutti, um dos líderes do PAC, foi preso e passou à condição de collaboratore di giustizia.Foi ele quem implicou Battisti na autoria de dois homicídios e na co-autoria de outros dois – o que foi sempre negado pelo acusado – recebendo pela delação uma sensível redução de sua pena. Fala-se que a Itália respondeu às ações armadas – especialmente covardes, assinale-se – com o estado democrático de direito, o que é verdadeiro. O que não se fala é que a Itália empregou para tanto leis de exceção que reduziram o espaço de defesa dos acusados. Democracia e exceção, aliás, não são pares excludentes. Basta ver o significado da experiência da prisão de Guantánamo no estado de direito nos EUA.Battisti foi protegido no período Mitterrand por mais de uma década, sem que as autoridades italianas articulassem um só movimento de protesto. Agora convocam seu embaixador e montam um circo bem ao gosto de um governo dirigido por um fanfarrão chamado Berlusconi. Os detratores de Lula, claro, torcem pela Itália. Com notáveis exceções, observa-se entre os críticos da decisão governamental o mais acabado farisaísmo. Nenhum deles criticou no passado a concessão do asilo a um criminoso político do porte de Alfredo Stroessner e quase todos entendem que a lei da anistia no Brasil impede a punição dos assassinos e torturadores da ditadura.Quando Stroessner foi asilado, sustentei que o Brasil deveria recebê-lo. Muitos anos depois, como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, liderei um movimento para que o ditador paraguaio fosse julgado no Brasil com fulcro no art. 7º , inciso I, alínea “a” e inciso II, alínea “d”, do Código Penal. Imaginava que seria importante produzir uma verdade jurídica que o responsabilizasse, ainda que não houvesse mais sentido puni-lo. O mesmo vale para os torturadores no Brasil. Puni-los, a este altura do campeonato, me parece deslocado e obtuso. Inaceitável é a ausência de uma sentença – mesmo cível – que os nomeie como torturadores. Mas a anistia no Brasil surgiu exatamente para que não se soubesse a verdade.Esta verdade jurídica foi produzida na Itália. Não sei se Battisti esteve ou não envolvido com os homicídios a ele imputados. O que sei é que aqueles fatos ocorreram há 30 anos; que as provas são frágeis e que mandar alguém para a cadeia pelo resto de sua vida é uma possibilidade sem semelhança com a ideia de justiça. A decisão do ministro Tarso Genro deveria, por isso mesmo, orgulhar os brasileiros; até mesmo aqueles que torcem pela Itália...

Marcos Rolim é jornalista, ex-deputado estadual e federal

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Vereador do DEM manda população colocar a cabeça pra fora da janela


"Numa altura em que se proclama tanto a Declaração Universal dos Direitos do Homem é somente esta imagem que tenho para comprovar a sua eficácia...é esta a relação entre os resultados obtidos e os objetivos pretendidos...


Em entrevista feita com Sub prefeito e vereador do DEM, ele deixa claro sua opinião a respeito de quem reivindica alguma coisa para sua região de atuação.Tendo em vista que a população do Vila Mantelli foi a um canal de televisão para pedir melhorias em algumas ruas do bairro, e também tentar sensibilizar uma grande industria de nossa região para amenizar o mal cheiro, devido a esta empresa ter seus reservatórios de tratamento da água nas proximidades do referido bairro, o Sub Prefeito, se é assim que devemos chamar, o vereador Dalmir Peliciolli DEM, retrucou com tom de ironia a toda a população do Vila Mantelli, dizendo pra população se ajoelhar diante do todo poderoso João Rodrigues, e dizer amém as ações até aqui feitas pela atual Sub Prefeitura, e ainda tem mais, mandou a população do Vila Mantelli colocar a cabeça pra fora da janela pra ver a realidade. Mas eu pergunto a este despreparado político, se ele estivesse na condição dos moradores do local, ele se atreveria a colocar a sua tão previligiada cabeça pra fora da janela????

Eu duvido pois ele não aguentaria a poeira e o mal cheiro

Ministro do STF exclui Dilma e Tarso de investigação sobre dossiê contra FHC


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, decidiu esta semana excluir a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o ministro da Justiça, Tarso Genro, da lista de possíveis investigados em um inquérito da Polícia Federal, que apura a produção e o vazamento de dossiê sobre gastos do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso.


“Considero não haver, até o presente momento, indícios ou elementos de prova a implicar, neste procedimento investigativo, a ministra-chefe da Casa Civil e o ministro da Justiça”, justificou Lewandowski, em seu despacho.No mesmo ato, o ministro devolveu o inquérito sigiloso à primeira instância da Justiça Federal, já que não existem mais investigados com foro privilegiado.


Lewandowski ressalvou que, se futuramente surgirem elementos concretos contra as autoridades excluídas, o caso poderá ser reencaminhado ao STF.Até hoje, o único indiciado foi o secretário de Controle Interno da Casa Civil, José Aparecido Nunes Pires. Ele é acusado de quebra de sigilo funcional por ter repassado o dossiê, feito em fevereiro de 2008, por e-mail ao Senado".

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Vereador de oposição está em Brasília para tratar de assuntos importantes para população Chapecoense


O vereador Marcelino Chiarello está em Brasília esta semana onde participa do encontro nacional de vereadores e onde tratará de outros assuntos de interesse do município de Chapecó


No Ministério da Educação participará da implantação da Comissão que virá ao Oeste catarinense, Sudoeste parananense e Norte gaúcho, realizar estudo de implantação da Universidade Federal ainda este ano. São, segundo o vereador, investimentos da ordem de R$ 45 milhões, concurso público para 500 professores com ensino superior e mais de 230 servidores em nível técnico.
Marcelino Chiarello participa também do encontro dos vereadores, cuja principal tratativa será sobre o número de vereadores em todo o país. De acordo com ele a PEC existente aumenta o número de vereadores e reduz custos para as Câmaras. “Isto tem que ficar claro para a população”, disse. O Congresso Nacional já deliberou pelo aumento do número de vereadores e agora cabe ao STF dar aval jurídico. O vereador diz que é fato inédito na história do país no que compete aos poderes. “Ao poder legislativo é legislar e ao executivo cumprir a lei aprovada”, destacou.
Ele vai participar de audiência no INCRA, onde leva moção aprovada pelos vereadores de Chapecó. Vai solicitar agilidade do órgão no processo de regularização fundiária em benefício das famílias de Baronesa da Limeira. São em torno de 60 proprietários e a grande maioria sem o título de posse. A moção quer que a Superintendência do INCRA em Santa Catarina e por conseguinte a Delegacia de Chapecó sejam autorizadas a começar o processo de regularização fundiária da Baronesa da Limeira. “Hoje essas famílias não tem acesso ao crédito porque não tem a carta da terra que os classifique como agricultores”, disse Marcelino. Segundo ele o processo está aberto desde 2005.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Prefeitos devem ter uma relação aberta com LULA e PT


Ao comentar dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre mortalidade infantil, analfabetismo, sub-registro e agricultura familiar, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que “não é possível que o Brasil entre no século 21 com problemas que já deveriam ter sido resolvidos há muito tempo”. Em seu programa semanal Café com o Presidente, Lula afirmou que vai cobrar dos prefeitos brasileiros maior engajamento com o governo federal na tentativa de amenizar os números registrados no país. Nesta semana, o presidente vai se reunir com os líderes municipais e ouvir reivindicações.“São quatro assuntos extremamente importantes e que, sem a participação dos prefeitos, fica muito mais difícil resolvermos. Temos que atacar isso como prioridade. Todos os ministros vão mostrar quais são os problemas que têm nas relações com as prefeituras e vamos tentar corrigir para facilitar a vida dos prefeitos”, disse.Lula voltou a afirmar que apenas por meio do compromisso dos prefeitos é possível fazer com que as políticas públicas cheguem aos municípios com eficácia. Ele avaliou que caso a relação entre goveno federal e governo municipal melhore, está convencido de que parte dos problemas que parecem insolúveis estará resolvida.“É possível se houver essa pactuação entre governo federal e municipal. Precisamos corrigir isso, em uma pareceria com os municípios, com os cartórios, com o estado, fazer mudanças de lei se for necessário.”Sobre o papel dos novos governantes diante dos efeitos da crise financeira internacional, Lula voltou a cobrar dos prefeitos maior agilidade para que as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) sejam concluídas.
“Queremos que essas obras sejam agilizadas, que elas possam andar mais rápido porque, muitas vezes, a demora da licença ambiental, do projeto básico e do projeto executivo faz com que uma obra atrase um ano ou dois. É preciso que a gente trabalhe todo mundo junto”, disse.

Melhorar a relação, e ser mais realista, é o fator primordial para ter em nosso município, programas voltados aos menos favorecidos e a classe trabalhadora de nosso munícipio... Ao revolucionário Jõao Rodrigues e toda uma corja que o faz representar. LULA, manda este recado,..um pouco de humildade não faz mal a ninguém..... E viva a merenda escolar ( NUTRIPLUS) saúde ( MATERNO INFANTIL) primeiro ato do mandato 10 Milhões ( PLANATERRA). Me engana que eu gosto!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Vereadores da base do governo mais uma vez fogem de audiência pública


Recolhimento de lixo


O vereador Marcelino Chiarello (PT) manifestou sua indignação com a base do governo na Câmara de Vereadores que na sessão de quarta-feira (04.02), rejeitou o requerimento de sua autoria que previa a realização de uma audiência pública para debater o recolhimento de lixo em Chapecó.

A proposta era convidar representantes da secretaria de Pesquisa e Planejamento, do departamento de Licitação e Compras, da Fundema e do departamento de Meio Ambiente para discutir a implantação do novo sistema de coleta e transporte do lixo orgânico e reciclável.
Chiarello afirma que a audiência tinha o intuito de esclarecer os valores que serão pagos e serviços a serem prestados pela empresa vencedora do processo licitatório, mediante o contrato firmado entre empresa e Prefeitura Municipal de Chapecó e também sobre os trabalhos a serem desenvolvidos na coleta seletiva do lixo.


"Gostaríamos de conhecer o teor do laudo técnico que apontou o aterro sanitário como esgotado e suas causas. A população está insegura quanto ao o que vai acontecer com aquele local. Precisamos dar respostas aos nossos cidadãos sobre o que será feito depois que acabar esse contrato de seis meses onde a Prefeitura está mandando o lixo para o município de Saudades. O povo precisa de respostas, mas a base governista da Câmara de Vereadores não quer entrar nesse debate", afirma o vereador


Dep. ladrão é mais um dos DEMOS


É estarecedor ver um Dep. ter a cara de pau de dizer que é de um partido RENOVADO, o Democratas (DEM) continua com a velha tradição da direita, abrigando em suas fileiras empresários-políticos que são, digamos, bastante "espertos" quando o assunto é dinheiro. O exemplo folclórico da vez é o novo corregedor da Câmara, deputado Edmar Moreira (DEM-MG), que colocou à venda um castelo com torres de até oito andares e 32 suítes, inspirado nas construções europeias e erguido no interior de Minas Gerais.Edmar e seu castelo, não declarado à Justiça Eleitoral. O imóvel está à venda por US$ 25 milhões ( quase 60 milhões de reais). Apesar de ser dono de um imóvel tão valorizado, o deputado demista declarou à Justiça Eleitoral em 1998, 2002 e 2006 que possui somente uma casa e um terreno, avaliados em apenas R$ 17,5 mil.Luxo para poucos hoje deputado Edmar Batista Moreira é um ex-capitão da Polícia Militar que, da noite para o dia, se transformou em empresário bem-sucedido e deputado federal. Sua esposa é Júlia Fernandes, de 52 anos, nascida de uma família humilde. O casal, proprietário do fabuloso castelo mineiro, não consegue explicar de onde veio o dinheiro para erguer tão valioso património.

Temos que mostrar a cara desses ladrões do dinheiro público, que agora se dizem defensores dos trabalhadores, da classe menos favorecida, eles até dizem que acreditam em um mundo melhor e possível mesmo tendo como ideologia o neoliberalismo, esse modelo que tem demonstrado a maior crise já vista, levando a bancarrota empresários e com sigo milhões de trabalhadores. Na semana passada ao assistir uma entrevista em um canal de televisão estadual aqui de SC, com o senador e candidatíssimo a governador do estado Raimundo Colombo (DEM) presidente estadual do partido e nada mais que o apadrinhado político de JKB, esse dispensa comentários já tem uma vasta experiência em falcatruas e lobys. Mas voltando na entrevista o senador chegou a dizer que o socialismo tem inúmeros acertos...... quase me derrubou da poltrona, pois o mesmo é um ator, chegou a lembrar de seu tempo de criança quando era pobre e se disse ser um homem com hábitos simples, e toda aquela lenga lenga que esses DEMOS tem pregado aos quatro cantos do Brasil. Mas uma coisa é clara, no modo de fazer política dos DEMOS o enriquecimento ilícito é uma constante, e políticas públicas só pro bolso deles e seus protegidos.


Se vcs quiserem dar uma olhada no Castelo do Dep. DEMO. é só entrar no endereço abaixo:


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

PIG Chapecoense faz máteria em desfavor do prefeito do DEM

Foto: Siliana Dalla Costa/DI

Foi de causar estranheza de minha parte e de toda população Chapecoense, reportagem que foi feita por jornal local a respeito do horto municipal, dando a entender que a administração João Rodrigues (DEM) tem deixado em completo abandono a estrutura lá existente. Isso boa parte da população já sabia, está área que pertence FUNDEMA serve apenas de trampolim eleitoral para futuras candidaturas de seus secretários a cargos políticos, e alojar uma dezena de puxa sacos políticos do atual prefeito. Vou mostrar pra vcs boa parte da matéria, vcs mesmos poderão observar o total abandono que o horto se encontra, um verdadeiro descaso com o dinheiro público.
"Este é o mofo administrativo do atual prefeito, que se intitula o todo poderoso João verdade, o homem bom de serviço."


Horto municipal em dificuldades
Falta de investimentos, de estrutura adequada e de funcionários tem dificultado os trabalhos que mantém a cidade embelezada Chapecó – Canteiros floridos e ruas arborizadas. Uma cidade bonita e preocupada com o meio ambiente só é possível com o trabalho de reprodução e cultivo de flores, árvores e mudas frutíferas através de viveiros.

Mas em Chapecó a manutenção deste trabalho está comprometida. Apesar de contar com um horto municipal, a estrutura depende de investimentos.

*Diário do Iguaçu.

DEMO PÕE O SEU CASTELO À VENDA


Novo corregedor da Câmara declara R$ 17,5 mil, mas coloca à venda um casteloda Folha de S.Paulo, em BrasíliaO novo corregedor da Câmara, deputado Edmar Moreira (DEM-MG), colocou à venda um castelo com torres de até oito andares e 36 suítes, inspirado nas construções europeias e erguido em São João Nepomuceno, no interior de Minas Gerais. Por US$ 25 milhões é possível comprar o imóvel, informa por telefone o corretor.Contudo, o deputado Edmar Moreira declarou à Justiça Eleitoral ser proprietário de apenas um imóvel em São João Nepomuceno. Em 1998, 2002 e 2006, a declaração de bens do deputado registrava uma casa e um terreno avaliados em R$ 17,5 mil. O deputado possui propriedades em outras cidades.O deputado evita responder qualquer pergunta sobre o Castelo Monalisa. "Da minha vida privada não falo, de castelo, de casa, da minha família", desconversa.
Comentário.
Oi, o DEMO não mora no inferno?Credo! Mais do que Deus, ninguém!

* Blog Terror do nordeste

Solidariedade


MST divulga nota de pesar por morte de Adão Pretto
O MST divulgou uma nota de solidariedade e pesar por causa da morte do deputado federal Adão Pretto (PT). O parlamentar, de 63 anos, estava internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Pretto foi internado no dia 15 para tratamento de uma crise de pancreatite. Confira a íntegra da nota, publicada no site do movimento "O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) manifesta publicamente seu pesar pelo falecimento do companheiro deputado federal Adão Pretto, soma-se e se solidariza com a família neste momento de perda para a sociedade brasileira. Desde o início de sua militância social nas Comunidades Eclesiais de Base e no Sindicalismo Rural, Adão Pretto caracterizou-se pela defesa intransigente da reforma agrária, tendo papel destacado na articulação das famílias de trabalhadores sem terras e de apoiadores desde as primeiras ocupações de terra no Rio Grande do Sul, ainda durante o Regime Militar. Esteve presente na organização e fundação do MST, do Partido dos Trabalhadores e do Departamento Rural da Central Única dos Trabalhadores. No Congresso Nacional, denunciou e combateu as ações da bancada ruralista, e tornou-se um dos pilares do Núcleo Agrário do Partidos dos Trabalhadores. Apresentou Projetos de Lei que buscavam acelerar o processo de reforma agrária, permitir o acesso à educação para os camponeses e melhorar a qualidade de vida no campo. No último ano, esteve empenhado em denunciar a alteração da faixa de fronteira para beneficiar a instalação de empresas transnacionais da celulose no Rio Grande do Sul. Mais que um parlamentar, Adão sempre foi um camponês, com seu jeito simples, honesto e contundente, mas acima de tudo um lutador. Sempre presente nas lutas dos movimentos sociais, sempre levando as reivindicações e bandeiras populares para o parlamento, denunciando a criminalização e a repressão da luta do povo. No ano em que completamos 25 anos, perdemos um de nossos fundadores e um de nossos mais valorosos companheiros. Em sua homenagem, seguiremos fazendo aquilo que Adão Pretto sempre fez em vida:" lutar sempre."

Nota de pesar


PT lamenta a morte do companheiro Adão Pretto

A bancada do PT na Assembléia Legislativa informa com pesar a morte do companheiro e deputado federal Adão Pretto ocorrida na manhã desta quinta-feira (5), no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.A sessão plenária foi suspensa pelo presidente da Assembléia Legislativa, deputado Ivar Pavan, e o velório ocorrerá no Salão Júlio de Castilhos a partir das 13h30.Pequeno agricultor, Adão Pretto integrou a primeira bancada do PT na Assembléia Legislativa, de 1987 a 1991. Atualmente cumpria seu quinto mandato na Câmara Federal. Iniciou sua vida política como presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Miraguaí, foi um dos fundadores do Movimento dos Sem-Terra e participou da coordenação da CUT/RS.


No Parlamento Estadual foi agraciado com o Prêmio Springer, em 1987. Com um pé na luta e outro no parlamento, como gostava de afirmar, Adão Pretto foi um contumaz defensor da reforma agrária e da luta dos trabalhadores do campo e da cidade. Os petistas estão enlutados com a perda deste querido companheiro que não mediu esforços na defesa dos excluídos e sempre acreditou que um outro mundo é possível.
Sem sombra de dúvidas o PT perde um maiores representantes dos movimentos sociais, representante da luta no campo, e ao MST. Sendo assim não deixa dúvidas quanto seu modo de vida simples, na luta do dia a dia cumpriu sua parte por aqui, agora todos nós desejamos a ele Boa luta! Em outro plano.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Vereadores de oposição tem suas indicações aprovadas


Apesar de tantas notícias, dando a entender que está tudo dominado na câmara de vereadores de Chapecó, ainda existe um último alento a todos aqueles que de forma direta ou indireta não concordam com a maneira que a maioria da câmara de vereadores vem procedendo. Desde o inicio dos trabalhos em 2009, os vereadores de situação tentam de toda forma ludibriar a oposição e seus eleitores A oposição mesmo modesta tem garantido grandes conquistas. Uma delas é a aprovação de duas indicações. Que agora coloco na integra pra vcs:


A vereadora Luciane Maria Carminatti aprovou indicação onde pede viabilização de rede de água às famílias das Comunidades de Linha Campinas, Serrinha e Goio-Ên. Justifica que mais de 70 famílias destas comunidades sofrem com a falta de água. A mesma vereadora solicitou a construção de nova escola municipal de ensino fundamental, para alunos da sexta e nona séries na Vila Páscoa.


O vereador Marcelino Chiarello teve indicação aprovada onde pede estudo para recuperar a Avenida Irineu Bornhausen, entre a Rua das Palmeiras e o trevo de acesso ao aeroporto. Objetivo também é facilitar o fluxo de veículos para alguns bairros daquela região.

Vereadora de oposição; Luciane Carminatti, pede solução para falta de água em comunidade de interior


Segundo Luciane Carminatti, na Linha Serrinha o problema é que o poço existente é insuficiente e não consegue mais atender a demanda dos moradores. “Durante muitos dias diversas famílias ficam sem água”,destacou. Na Linha Campinas o problema é ainda mais grave. Lá, de acordo com a vereadora, há mais de um ano 70 famílias estão desabastecidas.


Luciane Carminatti disse que a indicação que apresentará é no sentido da CASAN – Companhia Catarinense de Água e Saneamento, - se responsabilizar pela oferta de água. Ela já conversou com o Superintendente Regional Milton Sander que demonstrou disposição em também auxiliar a solucionar esses problemas. “Acredito que todos os vereadores devem aprovar a indicação, para então remeter a CASAN. A garantia é de que a CASAN ira trabalhar para dar uma solução breve a falta de água nessas comunidades”, concluiu a vereadora.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Desculpas por estilo rigoroso


Em seu discurso de despedida, o deputado Arlindo Em seu discurso de despedida, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) afirmou que está satisfeito com sua gestão à frente da Câmara dos Deputados. Ele classificou o seu período de tranquilo: "Eu saio com a convicção de que, salvo uma ou outra intempérie, no geral nós conseguimos ter aqui um ambiente de respeito da Câmara. E, nestes dois anos, a Câmara não teve nenhum problema grave, o que me satisfaz, bem como a todos os parlamentares."Chinaglia pediu desculpas pelas demandas não atendidas e por alguma mágoa que tenha ficado em razão do seu estilo, que classificou de rigoroso. "Tenho consciência de que alguns colegas ficaram magoados com a veemência com que respondi a algumas questões", disse. "Também recebi diversas reivindicações, da sociedade, do governo e da oposição, e minha atuação foi levar à análise dos deputados essas demandas", ressaltou.O presidente endureceu o discurso ao falar que foi necessário defender a soberania e independência da Câmara. Ele lembrou que foram enfrentadas situações nas quais as competências constitucionais do Parlamento foram ameaçadas. Sem citar casos, ele disse que sempre agiu dentro dos marcos legais. Ele afirmou que a Câmara é um órgão transparente e às vezes sofre ataques injustos. Ao fazer um balanço, Chinaglia afirmou que o Plenário da Casa realizou 193 sessões deliberativas em 2007 e 162 em 2008, mais que a média de muitos parlamentos. Nas comissões, foram mais de 3 mil reuniões com mais de 5 mil pessoas convidadas ou convocadas para depor.Chinaglia ressaltou, entre outras ações, a votação em primeiro turno da proposta emenda constitucional que modifica o rito de tramitação das medidas provisórias, a votação da chamada Lei Seca e a adoção de algumas medidas administrativas, como a negociação da folha de pagamento dos funcionários com os bancos."Somado o valor de R$ 227 milhões (da venda da folha de pagamento) com os R$ 74 milhões que nós economizamos de horas extras, eu vou surpreender vocês: Isso paga o salário de todos os deputados, os 513, nos dois anos. Ou, uma outra comparação: dá para construir um outro prédio, similar ao anexo 4, e outras benfeitorias", disse.Entre os principais desafios para o próximo presidente da Câmara, Chinaglia citou as votações da reforma tributária, das mudanças nas agências reguladoras e da propsota de emenda constitucional sobre o trabalho escravo.Senado Antes do discurso, Chinaglia não deixou de manifestar seu desapontamento com o fato de o PT não conseguir a Presidência do Senado. Apesar de lembrar um momento ruim da campanha do petista, Chinaglia acredita que o PT e o PMDB vão se acertar para o futuro."Não pega bem que, no lançamento da candidatura do Tião Viana, num jantar com o presidente da República, vários senadores do PMDB, tenham manifestado apoio ao Tião Viana e depois, de forma surpreendente, tenham lançado a candidatura de um daqueles que estavam lá, o senador Sarney. Mas, enfim, não creio que isso evolua para constrangimentos", afirmou.Emocionado, Chinaglia citou um a um os sete deputados que faleceram nos últimos dois anos.O discurso de Chinaglia foi feito durante a sessão preparatória para instalação da sessão legislativa. (PT-SP) afirmou que está satisfeito com sua gestão à frente da Câmara dos Deputados. Ele classificou o seu período de tranquilo: "Eu saio com a convicção de que, salvo uma ou outra intempérie, no geral nós conseguimos ter aqui um ambiente de respeito da Câmara. E, nestes dois anos, a Câmara não teve nenhum problema grave, o que me satisfaz, bem como a todos os parlamentares."Chinaglia pediu desculpas pelas demandas não atendidas e por alguma mágoa que tenha ficado em razão do seu estilo, que classificou de rigoroso. "Tenho consciência de que alguns colegas ficaram magoados com a veemência com que respondi a algumas questões", disse. "Também recebi diversas reivindicações, da sociedade, do governo e da oposição, e minha atuação foi levar à análise dos deputados essas demandas", ressaltou.O presidente endureceu o discurso ao falar que foi necessário defender a soberania e independência da Câmara. Ele lembrou que foram enfrentadas situações nas quais as competências constitucionais do Parlamento foram ameaçadas. Sem citar casos, ele disse que sempre agiu dentro dos marcos legais. Ele afirmou que a Câmara é um órgão transparente e às vezes sofre ataques injustos. Ao fazer um balanço, Chinaglia afirmou que o Plenário da Casa realizou 193 sessões deliberativas em 2007 e 162 em 2008, mais que a média de muitos parlamentos. Nas comissões, foram mais de 3 mil reuniões com mais de 5 mil pessoas convidadas ou convocadas para depor.Chinaglia ressaltou, entre outras ações, a votação em primeiro turno da proposta emenda constitucional que modifica o rito de tramitação das medidas provisórias, a votação da chamada Lei Seca e a adoção de algumas medidas administrativas, como a negociação da folha de pagamento dos funcionários com os bancos."Somado o valor de R$ 227 milhões (da venda da folha de pagamento) com os R$ 74 milhões que nós economizamos de horas extras, eu vou surpreender vocês: Isso paga o salário de todos os deputados, os 513, nos dois anos. Ou, uma outra comparação: dá para construir um outro prédio, similar ao anexo 4, e outras benfeitorias", disse.Entre os principais desafios para o próximo presidente da Câmara, Chinaglia citou as votações da reforma tributária, das mudanças nas agências reguladoras e da propsota de emenda constitucional sobre o trabalho escravo.Senado Antes do discurso, Chinaglia não deixou de manifestar seu desapontamento com o fato de o PT não conseguir a Presidência do Senado. Apesar de lembrar um momento ruim da campanha do petista, Chinaglia acredita que o PT e o PMDB vão se acertar para o futuro."Não pega bem que, no lançamento da candidatura do Tião Viana, num jantar com o presidente da República, vários senadores do PMDB, tenham manifestado apoio ao Tião Viana e depois, de forma surpreendente, tenham lançado a candidatura de um daqueles que estavam lá, o senador Sarney. Mas, enfim, não creio que isso evolua para constrangimentos", afirmou.Emocionado, Chinaglia citou um a um os sete deputados que faleceram nos últimos dois anos.O discurso de Chinaglia foi feito durante a sessão preparatória para instalação da sessão legislativa.

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