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Virar à esquerda, reatar com o socialismo! Um Governo do PT apoiado na CUT, no MST e nas Organizações Populares, sem Ministros Capitalistas. | |
O PT nasceu das grandes lutas contra a ditadura militar e contra a exploração capitalista através das maiores greves e mobilizações de nossa história. O PT nasceu socialista. Foi na luta pelo emprego, por aumento de salário, na luta pela terra, pela educação pública e gratuita, pela aposentadoria, que se reuniram as imensas forças da classe trabalhadora do campo e da cidade para constituir o Partido dos Trabalhadores. Com o PT construímos a CUT e conquistamos a presidência da República. Nada disso seria possível sem o PT, esta imensa obra coletiva da classe trabalhadora. | |
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
O PT que ainda gostaria ver
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Nota do MST
Nota do MST sobre dados de assentamentos do governo
A política de criação de assentamentos foi abandonada pelo governo. Matéria divulgada pela Folha de S. Paulo mostra que, em 2009, 55.498 famílias foram assentadas em todo o país (a meta do governo era de 75 mil).
Em sete anos de gestão, a promessa anual de famílias beneficiadas foi cumprida uma única vez (em 2005) e o número de famílias à espera de um lote se manteve estagnado em cerca de 200 mil.
Das 574,6 mil famílias que o governo diz ter assentado entre 2003 e 2009, 387,5 mil (67%) estão na Amazônia Legal (Estados do Norte, Mato Grosso e Maranhão). No ano passado, das 55,4 mil assentadas, 32,8 mil foram encaixadas em lotes nesses nove Estados -59%.
Os dados do governo federal referentes aos assentamentos em 2009 demonstram que:
1- O governo desrespeita as próprias metas. Denunciamos essa situação na nossa jornada de agosto e cobramos medidas concretas para garantir o assentamento de parte das 90 mil famílias acampadas em todo o país. Não fomos atendidos pelo governo, com a recomposição do orçamento do Incra, maior investimentos em desapropriação de latifúndios e a atualização dos índices de produtividade.
2- A criação de assentamentos tem caráter de política assistencial, buscando resolver conflitos isolados sem fazer uma mudança na estrutura fundiária. Por isso, os assentamentos criados se concentram na região Norte do país, por meio da regularização fundiária ou da utilização de terras públicas.
3- Não existe uma política de governo para enfrentar o latifúndio nem um programa amplo e massivo de Reforma Agrária. O latifúndio do agronegócio avança no Sul e Sudeste, aumentando a concentração de terras (censo agropecuário).
4- Não houve alteração nos índices de concentração da propriedade da terra durante o governo Lula. Está em curso uma disputa entre dois modelos para a produção agrícola no país: o agronegócio e a pequena agricultura/Reforma Agrária. O governo federal dá prioridade ao modelo de produção do agronegócio, que avança com a expansão do latifúndio e das empresas transnacionais sobre o nosso território.
COORDENAÇÃO NACIONAL DO MST
12 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Listão dos aprovados à UFFS será divulgado nesta sexta-feira, 19 de fevereiro.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Não ao Desemprego
A gravíssima crise económica e financeira que está convulsionando o mundo traz-nos a angustiante sensação de que chegámos ao final de uma época sem que se consiga vislumbrar o que e como será o que virá de seguida.
Que fazemos nós, que assistimos, impotentes, ao avanço esmagador dos grandes potentados económicos e financeiros, loucos por conquistar mais e mais dinheiro, mais e mais poder, com todos os meios legais ou ilegais ao seu alcance, limpos ou sujos, regulares ou criminais?
Podemos deixar a saída da crise nas mãos dos peritos? Não são eles precisamente, os banqueiros, os políticos de máximo nível mundial, os directores das grandes multinacionais, os especuladores, com a cumplicidade dos meios de comunicação social, os que, com a soberba de quem se considera possuidor da última sabedoria, nos mandavam calar quando, nos últimos trinta anos, timidamente protestávamos, dizendo que não sabíamos nada, e por isso nos ridicularizavam? Era o tempo do império absoluto do Mercado, essa entidade presunçosamente auto-reformável e auto-regulável encarregada pelo imutável destino de preparar e defender para sempre e jamais a nossa felicidade pessoal e colectiva, ainda que a realidade se encarregasse de desmenti-lo a cada hora que passava.
E agora, quando cada dia aumenta o número de desempregados? Vão acabar por fim os paraísos fiscais e as contas numeradas? Será implacavelmente investigada a origem de gigantescos depósitos bancários, de engenharias financeiras claramente delitivas, de inversões opacas que, em muitos casos, mais não são que massivas lavagens de dinheiro negro, do narcotráfico e outras actividades canalhas? E os expedientes de crise, habilmente preparados para benefício dos conselhos de administração e contra os trabalhadores?
Quem resolve o problema dos desempregados, milhões de vítimas da chamada crise, que pela avareza, a maldade ou a estupidez dos poderosos vão continuar desempregados, mal-vivendo temporariamente de míseros subsídios do Estado, enquanto os grandes executivos e administradores de empresas deliberadamente conduzidas à falência gozam de quantias milionárias cobertas por contratos blindados?
O que se está a passar é, em todos os aspectos, um crime contra a humanidade e desde esta perspectiva deve ser analisado nos foruns públicos e nas consciências. Não é exagero. Crimes contra a humanidade não são apenas os genocídios, os etnocídios, os campos de morte, as torturas, os assassinatos selectivos, as fomes deliberadamente provocadas, as contaminações massivas, as humilhações como método repressivo da identidade das vítimas. Crime contra a humanidade é também o que os poderes financeiros e económicos, com a cumplicidade efectiva ou tácita de os governos, friamente perpetraram contra milhões de pessoas em todo o mundo, ameaçadas de perder o que lhes resta, a sua casa e as suas poupanças, depois de terem perdido a única e tantas vezes escassa fonte de rendimiento, quer dizer, o seu trabalho.
Dizer “Não ao Desemprego” é um dever ético, um imperativo moral. Como o é denunciar que esta situação não a geraram os trabalhadores, que não são os empregados os que devem pagar a estultícia e os erros do sistema.
Dizer “Não ao Desemprego” é travar o genocídio lento mas implacável a que o sistema condena milhões de pessoas. Sabemos que podemos sair desta crise, sabemos que não pedimos a lua. E sabemos que temos voz para usá-la. Frente à soberba do sistema, invoquemos o nosso direito à crítica e ao nosso protesto. Eles não sabem tudo. Equivocaram-se. Enganaram-nos. Não toleremos ser suas vítimas.
*José Saramago
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Adoecido por um mal da modernidade......
A Colombina me abandonou para pular em Salvador... É duro imaginá-la atrás de um trio-elétrico, beijando oito, nove caras por noite...
E eu, esquecido que sou, procuro em alguma cidade interiorana um baile, que me queira e ainda me venere...
Fico trancado em meio a escombros idealizados por carnavalescos, ora arquitetando minha própria morte, ora tocando punheta e lembrando de quando ela fazia só para mim a dança dos sete véus... Sua anca tal qual serpente, coberta por um mosqueteiro, descia e subia exibindo o suor típico de uma longa noite de calor em um salão repleto de arlequins e fadas-madrinhas!
Se ainda como, é graças à caridade de meu amigo Momo, o rei que ainda impera e ostenta uma sorte não conhecida por mim...
Organizei um jantar, convidei Dante, Tarantino e Da Vinci... Queria saber os segredos do purgatório, e comparar à vida que em terra vivo; queria descobrir os mistérios da psicopatia hollywoodiana, e matar com requintes de crueldade àquela que já amei; e por fim, queria entender a anatomia humana, para saber com precisão o ponto certo da entrada da faca, que permitisse ao meu peito uma dor não tão doída... Eles não vieram! Não sabem quem sou... Ah se fosse há cinqüenta anos, quem sabe, saberiam...
Ando entorpecido por lança-perfume, sonhando com o momento de ver todo aquele silicone explodindo e vazando junto ao sangue daquela que já foi minha musa, e que hoje, apela ao bisturi para tentar ser a musa do carnaval-grana e ter suas nádegas estampadas “na tela da TV, no meio desse povo” e em capas de revistas masturbatórias!
*Sapo Dick Vigaristta
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