sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Ministro do STF exclui Dilma e Tarso de investigação sobre dossiê contra FHC


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, decidiu esta semana excluir a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o ministro da Justiça, Tarso Genro, da lista de possíveis investigados em um inquérito da Polícia Federal, que apura a produção e o vazamento de dossiê sobre gastos do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso.


“Considero não haver, até o presente momento, indícios ou elementos de prova a implicar, neste procedimento investigativo, a ministra-chefe da Casa Civil e o ministro da Justiça”, justificou Lewandowski, em seu despacho.No mesmo ato, o ministro devolveu o inquérito sigiloso à primeira instância da Justiça Federal, já que não existem mais investigados com foro privilegiado.


Lewandowski ressalvou que, se futuramente surgirem elementos concretos contra as autoridades excluídas, o caso poderá ser reencaminhado ao STF.Até hoje, o único indiciado foi o secretário de Controle Interno da Casa Civil, José Aparecido Nunes Pires. Ele é acusado de quebra de sigilo funcional por ter repassado o dossiê, feito em fevereiro de 2008, por e-mail ao Senado".

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Vereador de oposição está em Brasília para tratar de assuntos importantes para população Chapecoense


O vereador Marcelino Chiarello está em Brasília esta semana onde participa do encontro nacional de vereadores e onde tratará de outros assuntos de interesse do município de Chapecó


No Ministério da Educação participará da implantação da Comissão que virá ao Oeste catarinense, Sudoeste parananense e Norte gaúcho, realizar estudo de implantação da Universidade Federal ainda este ano. São, segundo o vereador, investimentos da ordem de R$ 45 milhões, concurso público para 500 professores com ensino superior e mais de 230 servidores em nível técnico.
Marcelino Chiarello participa também do encontro dos vereadores, cuja principal tratativa será sobre o número de vereadores em todo o país. De acordo com ele a PEC existente aumenta o número de vereadores e reduz custos para as Câmaras. “Isto tem que ficar claro para a população”, disse. O Congresso Nacional já deliberou pelo aumento do número de vereadores e agora cabe ao STF dar aval jurídico. O vereador diz que é fato inédito na história do país no que compete aos poderes. “Ao poder legislativo é legislar e ao executivo cumprir a lei aprovada”, destacou.
Ele vai participar de audiência no INCRA, onde leva moção aprovada pelos vereadores de Chapecó. Vai solicitar agilidade do órgão no processo de regularização fundiária em benefício das famílias de Baronesa da Limeira. São em torno de 60 proprietários e a grande maioria sem o título de posse. A moção quer que a Superintendência do INCRA em Santa Catarina e por conseguinte a Delegacia de Chapecó sejam autorizadas a começar o processo de regularização fundiária da Baronesa da Limeira. “Hoje essas famílias não tem acesso ao crédito porque não tem a carta da terra que os classifique como agricultores”, disse Marcelino. Segundo ele o processo está aberto desde 2005.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Prefeitos devem ter uma relação aberta com LULA e PT


Ao comentar dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre mortalidade infantil, analfabetismo, sub-registro e agricultura familiar, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que “não é possível que o Brasil entre no século 21 com problemas que já deveriam ter sido resolvidos há muito tempo”. Em seu programa semanal Café com o Presidente, Lula afirmou que vai cobrar dos prefeitos brasileiros maior engajamento com o governo federal na tentativa de amenizar os números registrados no país. Nesta semana, o presidente vai se reunir com os líderes municipais e ouvir reivindicações.“São quatro assuntos extremamente importantes e que, sem a participação dos prefeitos, fica muito mais difícil resolvermos. Temos que atacar isso como prioridade. Todos os ministros vão mostrar quais são os problemas que têm nas relações com as prefeituras e vamos tentar corrigir para facilitar a vida dos prefeitos”, disse.Lula voltou a afirmar que apenas por meio do compromisso dos prefeitos é possível fazer com que as políticas públicas cheguem aos municípios com eficácia. Ele avaliou que caso a relação entre goveno federal e governo municipal melhore, está convencido de que parte dos problemas que parecem insolúveis estará resolvida.“É possível se houver essa pactuação entre governo federal e municipal. Precisamos corrigir isso, em uma pareceria com os municípios, com os cartórios, com o estado, fazer mudanças de lei se for necessário.”Sobre o papel dos novos governantes diante dos efeitos da crise financeira internacional, Lula voltou a cobrar dos prefeitos maior agilidade para que as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) sejam concluídas.
“Queremos que essas obras sejam agilizadas, que elas possam andar mais rápido porque, muitas vezes, a demora da licença ambiental, do projeto básico e do projeto executivo faz com que uma obra atrase um ano ou dois. É preciso que a gente trabalhe todo mundo junto”, disse.

Melhorar a relação, e ser mais realista, é o fator primordial para ter em nosso município, programas voltados aos menos favorecidos e a classe trabalhadora de nosso munícipio... Ao revolucionário Jõao Rodrigues e toda uma corja que o faz representar. LULA, manda este recado,..um pouco de humildade não faz mal a ninguém..... E viva a merenda escolar ( NUTRIPLUS) saúde ( MATERNO INFANTIL) primeiro ato do mandato 10 Milhões ( PLANATERRA). Me engana que eu gosto!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Vereadores da base do governo mais uma vez fogem de audiência pública


Recolhimento de lixo


O vereador Marcelino Chiarello (PT) manifestou sua indignação com a base do governo na Câmara de Vereadores que na sessão de quarta-feira (04.02), rejeitou o requerimento de sua autoria que previa a realização de uma audiência pública para debater o recolhimento de lixo em Chapecó.

A proposta era convidar representantes da secretaria de Pesquisa e Planejamento, do departamento de Licitação e Compras, da Fundema e do departamento de Meio Ambiente para discutir a implantação do novo sistema de coleta e transporte do lixo orgânico e reciclável.
Chiarello afirma que a audiência tinha o intuito de esclarecer os valores que serão pagos e serviços a serem prestados pela empresa vencedora do processo licitatório, mediante o contrato firmado entre empresa e Prefeitura Municipal de Chapecó e também sobre os trabalhos a serem desenvolvidos na coleta seletiva do lixo.


"Gostaríamos de conhecer o teor do laudo técnico que apontou o aterro sanitário como esgotado e suas causas. A população está insegura quanto ao o que vai acontecer com aquele local. Precisamos dar respostas aos nossos cidadãos sobre o que será feito depois que acabar esse contrato de seis meses onde a Prefeitura está mandando o lixo para o município de Saudades. O povo precisa de respostas, mas a base governista da Câmara de Vereadores não quer entrar nesse debate", afirma o vereador


Dep. ladrão é mais um dos DEMOS


É estarecedor ver um Dep. ter a cara de pau de dizer que é de um partido RENOVADO, o Democratas (DEM) continua com a velha tradição da direita, abrigando em suas fileiras empresários-políticos que são, digamos, bastante "espertos" quando o assunto é dinheiro. O exemplo folclórico da vez é o novo corregedor da Câmara, deputado Edmar Moreira (DEM-MG), que colocou à venda um castelo com torres de até oito andares e 32 suítes, inspirado nas construções europeias e erguido no interior de Minas Gerais.Edmar e seu castelo, não declarado à Justiça Eleitoral. O imóvel está à venda por US$ 25 milhões ( quase 60 milhões de reais). Apesar de ser dono de um imóvel tão valorizado, o deputado demista declarou à Justiça Eleitoral em 1998, 2002 e 2006 que possui somente uma casa e um terreno, avaliados em apenas R$ 17,5 mil.Luxo para poucos hoje deputado Edmar Batista Moreira é um ex-capitão da Polícia Militar que, da noite para o dia, se transformou em empresário bem-sucedido e deputado federal. Sua esposa é Júlia Fernandes, de 52 anos, nascida de uma família humilde. O casal, proprietário do fabuloso castelo mineiro, não consegue explicar de onde veio o dinheiro para erguer tão valioso património.

Temos que mostrar a cara desses ladrões do dinheiro público, que agora se dizem defensores dos trabalhadores, da classe menos favorecida, eles até dizem que acreditam em um mundo melhor e possível mesmo tendo como ideologia o neoliberalismo, esse modelo que tem demonstrado a maior crise já vista, levando a bancarrota empresários e com sigo milhões de trabalhadores. Na semana passada ao assistir uma entrevista em um canal de televisão estadual aqui de SC, com o senador e candidatíssimo a governador do estado Raimundo Colombo (DEM) presidente estadual do partido e nada mais que o apadrinhado político de JKB, esse dispensa comentários já tem uma vasta experiência em falcatruas e lobys. Mas voltando na entrevista o senador chegou a dizer que o socialismo tem inúmeros acertos...... quase me derrubou da poltrona, pois o mesmo é um ator, chegou a lembrar de seu tempo de criança quando era pobre e se disse ser um homem com hábitos simples, e toda aquela lenga lenga que esses DEMOS tem pregado aos quatro cantos do Brasil. Mas uma coisa é clara, no modo de fazer política dos DEMOS o enriquecimento ilícito é uma constante, e políticas públicas só pro bolso deles e seus protegidos.


Se vcs quiserem dar uma olhada no Castelo do Dep. DEMO. é só entrar no endereço abaixo:


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

PIG Chapecoense faz máteria em desfavor do prefeito do DEM

Foto: Siliana Dalla Costa/DI

Foi de causar estranheza de minha parte e de toda população Chapecoense, reportagem que foi feita por jornal local a respeito do horto municipal, dando a entender que a administração João Rodrigues (DEM) tem deixado em completo abandono a estrutura lá existente. Isso boa parte da população já sabia, está área que pertence FUNDEMA serve apenas de trampolim eleitoral para futuras candidaturas de seus secretários a cargos políticos, e alojar uma dezena de puxa sacos políticos do atual prefeito. Vou mostrar pra vcs boa parte da matéria, vcs mesmos poderão observar o total abandono que o horto se encontra, um verdadeiro descaso com o dinheiro público.
"Este é o mofo administrativo do atual prefeito, que se intitula o todo poderoso João verdade, o homem bom de serviço."


Horto municipal em dificuldades
Falta de investimentos, de estrutura adequada e de funcionários tem dificultado os trabalhos que mantém a cidade embelezada Chapecó – Canteiros floridos e ruas arborizadas. Uma cidade bonita e preocupada com o meio ambiente só é possível com o trabalho de reprodução e cultivo de flores, árvores e mudas frutíferas através de viveiros.

Mas em Chapecó a manutenção deste trabalho está comprometida. Apesar de contar com um horto municipal, a estrutura depende de investimentos.

*Diário do Iguaçu.

DEMO PÕE O SEU CASTELO À VENDA


Novo corregedor da Câmara declara R$ 17,5 mil, mas coloca à venda um casteloda Folha de S.Paulo, em BrasíliaO novo corregedor da Câmara, deputado Edmar Moreira (DEM-MG), colocou à venda um castelo com torres de até oito andares e 36 suítes, inspirado nas construções europeias e erguido em São João Nepomuceno, no interior de Minas Gerais. Por US$ 25 milhões é possível comprar o imóvel, informa por telefone o corretor.Contudo, o deputado Edmar Moreira declarou à Justiça Eleitoral ser proprietário de apenas um imóvel em São João Nepomuceno. Em 1998, 2002 e 2006, a declaração de bens do deputado registrava uma casa e um terreno avaliados em R$ 17,5 mil. O deputado possui propriedades em outras cidades.O deputado evita responder qualquer pergunta sobre o Castelo Monalisa. "Da minha vida privada não falo, de castelo, de casa, da minha família", desconversa.
Comentário.
Oi, o DEMO não mora no inferno?Credo! Mais do que Deus, ninguém!

* Blog Terror do nordeste

Solidariedade


MST divulga nota de pesar por morte de Adão Pretto
O MST divulgou uma nota de solidariedade e pesar por causa da morte do deputado federal Adão Pretto (PT). O parlamentar, de 63 anos, estava internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Pretto foi internado no dia 15 para tratamento de uma crise de pancreatite. Confira a íntegra da nota, publicada no site do movimento "O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) manifesta publicamente seu pesar pelo falecimento do companheiro deputado federal Adão Pretto, soma-se e se solidariza com a família neste momento de perda para a sociedade brasileira. Desde o início de sua militância social nas Comunidades Eclesiais de Base e no Sindicalismo Rural, Adão Pretto caracterizou-se pela defesa intransigente da reforma agrária, tendo papel destacado na articulação das famílias de trabalhadores sem terras e de apoiadores desde as primeiras ocupações de terra no Rio Grande do Sul, ainda durante o Regime Militar. Esteve presente na organização e fundação do MST, do Partido dos Trabalhadores e do Departamento Rural da Central Única dos Trabalhadores. No Congresso Nacional, denunciou e combateu as ações da bancada ruralista, e tornou-se um dos pilares do Núcleo Agrário do Partidos dos Trabalhadores. Apresentou Projetos de Lei que buscavam acelerar o processo de reforma agrária, permitir o acesso à educação para os camponeses e melhorar a qualidade de vida no campo. No último ano, esteve empenhado em denunciar a alteração da faixa de fronteira para beneficiar a instalação de empresas transnacionais da celulose no Rio Grande do Sul. Mais que um parlamentar, Adão sempre foi um camponês, com seu jeito simples, honesto e contundente, mas acima de tudo um lutador. Sempre presente nas lutas dos movimentos sociais, sempre levando as reivindicações e bandeiras populares para o parlamento, denunciando a criminalização e a repressão da luta do povo. No ano em que completamos 25 anos, perdemos um de nossos fundadores e um de nossos mais valorosos companheiros. Em sua homenagem, seguiremos fazendo aquilo que Adão Pretto sempre fez em vida:" lutar sempre."

Nota de pesar


PT lamenta a morte do companheiro Adão Pretto

A bancada do PT na Assembléia Legislativa informa com pesar a morte do companheiro e deputado federal Adão Pretto ocorrida na manhã desta quinta-feira (5), no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.A sessão plenária foi suspensa pelo presidente da Assembléia Legislativa, deputado Ivar Pavan, e o velório ocorrerá no Salão Júlio de Castilhos a partir das 13h30.Pequeno agricultor, Adão Pretto integrou a primeira bancada do PT na Assembléia Legislativa, de 1987 a 1991. Atualmente cumpria seu quinto mandato na Câmara Federal. Iniciou sua vida política como presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Miraguaí, foi um dos fundadores do Movimento dos Sem-Terra e participou da coordenação da CUT/RS.


No Parlamento Estadual foi agraciado com o Prêmio Springer, em 1987. Com um pé na luta e outro no parlamento, como gostava de afirmar, Adão Pretto foi um contumaz defensor da reforma agrária e da luta dos trabalhadores do campo e da cidade. Os petistas estão enlutados com a perda deste querido companheiro que não mediu esforços na defesa dos excluídos e sempre acreditou que um outro mundo é possível.
Sem sombra de dúvidas o PT perde um maiores representantes dos movimentos sociais, representante da luta no campo, e ao MST. Sendo assim não deixa dúvidas quanto seu modo de vida simples, na luta do dia a dia cumpriu sua parte por aqui, agora todos nós desejamos a ele Boa luta! Em outro plano.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Vereadores de oposição tem suas indicações aprovadas


Apesar de tantas notícias, dando a entender que está tudo dominado na câmara de vereadores de Chapecó, ainda existe um último alento a todos aqueles que de forma direta ou indireta não concordam com a maneira que a maioria da câmara de vereadores vem procedendo. Desde o inicio dos trabalhos em 2009, os vereadores de situação tentam de toda forma ludibriar a oposição e seus eleitores A oposição mesmo modesta tem garantido grandes conquistas. Uma delas é a aprovação de duas indicações. Que agora coloco na integra pra vcs:


A vereadora Luciane Maria Carminatti aprovou indicação onde pede viabilização de rede de água às famílias das Comunidades de Linha Campinas, Serrinha e Goio-Ên. Justifica que mais de 70 famílias destas comunidades sofrem com a falta de água. A mesma vereadora solicitou a construção de nova escola municipal de ensino fundamental, para alunos da sexta e nona séries na Vila Páscoa.


O vereador Marcelino Chiarello teve indicação aprovada onde pede estudo para recuperar a Avenida Irineu Bornhausen, entre a Rua das Palmeiras e o trevo de acesso ao aeroporto. Objetivo também é facilitar o fluxo de veículos para alguns bairros daquela região.

Vereadora de oposição; Luciane Carminatti, pede solução para falta de água em comunidade de interior


Segundo Luciane Carminatti, na Linha Serrinha o problema é que o poço existente é insuficiente e não consegue mais atender a demanda dos moradores. “Durante muitos dias diversas famílias ficam sem água”,destacou. Na Linha Campinas o problema é ainda mais grave. Lá, de acordo com a vereadora, há mais de um ano 70 famílias estão desabastecidas.


Luciane Carminatti disse que a indicação que apresentará é no sentido da CASAN – Companhia Catarinense de Água e Saneamento, - se responsabilizar pela oferta de água. Ela já conversou com o Superintendente Regional Milton Sander que demonstrou disposição em também auxiliar a solucionar esses problemas. “Acredito que todos os vereadores devem aprovar a indicação, para então remeter a CASAN. A garantia é de que a CASAN ira trabalhar para dar uma solução breve a falta de água nessas comunidades”, concluiu a vereadora.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Desculpas por estilo rigoroso


Em seu discurso de despedida, o deputado Arlindo Em seu discurso de despedida, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) afirmou que está satisfeito com sua gestão à frente da Câmara dos Deputados. Ele classificou o seu período de tranquilo: "Eu saio com a convicção de que, salvo uma ou outra intempérie, no geral nós conseguimos ter aqui um ambiente de respeito da Câmara. E, nestes dois anos, a Câmara não teve nenhum problema grave, o que me satisfaz, bem como a todos os parlamentares."Chinaglia pediu desculpas pelas demandas não atendidas e por alguma mágoa que tenha ficado em razão do seu estilo, que classificou de rigoroso. "Tenho consciência de que alguns colegas ficaram magoados com a veemência com que respondi a algumas questões", disse. "Também recebi diversas reivindicações, da sociedade, do governo e da oposição, e minha atuação foi levar à análise dos deputados essas demandas", ressaltou.O presidente endureceu o discurso ao falar que foi necessário defender a soberania e independência da Câmara. Ele lembrou que foram enfrentadas situações nas quais as competências constitucionais do Parlamento foram ameaçadas. Sem citar casos, ele disse que sempre agiu dentro dos marcos legais. Ele afirmou que a Câmara é um órgão transparente e às vezes sofre ataques injustos. Ao fazer um balanço, Chinaglia afirmou que o Plenário da Casa realizou 193 sessões deliberativas em 2007 e 162 em 2008, mais que a média de muitos parlamentos. Nas comissões, foram mais de 3 mil reuniões com mais de 5 mil pessoas convidadas ou convocadas para depor.Chinaglia ressaltou, entre outras ações, a votação em primeiro turno da proposta emenda constitucional que modifica o rito de tramitação das medidas provisórias, a votação da chamada Lei Seca e a adoção de algumas medidas administrativas, como a negociação da folha de pagamento dos funcionários com os bancos."Somado o valor de R$ 227 milhões (da venda da folha de pagamento) com os R$ 74 milhões que nós economizamos de horas extras, eu vou surpreender vocês: Isso paga o salário de todos os deputados, os 513, nos dois anos. Ou, uma outra comparação: dá para construir um outro prédio, similar ao anexo 4, e outras benfeitorias", disse.Entre os principais desafios para o próximo presidente da Câmara, Chinaglia citou as votações da reforma tributária, das mudanças nas agências reguladoras e da propsota de emenda constitucional sobre o trabalho escravo.Senado Antes do discurso, Chinaglia não deixou de manifestar seu desapontamento com o fato de o PT não conseguir a Presidência do Senado. Apesar de lembrar um momento ruim da campanha do petista, Chinaglia acredita que o PT e o PMDB vão se acertar para o futuro."Não pega bem que, no lançamento da candidatura do Tião Viana, num jantar com o presidente da República, vários senadores do PMDB, tenham manifestado apoio ao Tião Viana e depois, de forma surpreendente, tenham lançado a candidatura de um daqueles que estavam lá, o senador Sarney. Mas, enfim, não creio que isso evolua para constrangimentos", afirmou.Emocionado, Chinaglia citou um a um os sete deputados que faleceram nos últimos dois anos.O discurso de Chinaglia foi feito durante a sessão preparatória para instalação da sessão legislativa. (PT-SP) afirmou que está satisfeito com sua gestão à frente da Câmara dos Deputados. Ele classificou o seu período de tranquilo: "Eu saio com a convicção de que, salvo uma ou outra intempérie, no geral nós conseguimos ter aqui um ambiente de respeito da Câmara. E, nestes dois anos, a Câmara não teve nenhum problema grave, o que me satisfaz, bem como a todos os parlamentares."Chinaglia pediu desculpas pelas demandas não atendidas e por alguma mágoa que tenha ficado em razão do seu estilo, que classificou de rigoroso. "Tenho consciência de que alguns colegas ficaram magoados com a veemência com que respondi a algumas questões", disse. "Também recebi diversas reivindicações, da sociedade, do governo e da oposição, e minha atuação foi levar à análise dos deputados essas demandas", ressaltou.O presidente endureceu o discurso ao falar que foi necessário defender a soberania e independência da Câmara. Ele lembrou que foram enfrentadas situações nas quais as competências constitucionais do Parlamento foram ameaçadas. Sem citar casos, ele disse que sempre agiu dentro dos marcos legais. Ele afirmou que a Câmara é um órgão transparente e às vezes sofre ataques injustos. Ao fazer um balanço, Chinaglia afirmou que o Plenário da Casa realizou 193 sessões deliberativas em 2007 e 162 em 2008, mais que a média de muitos parlamentos. Nas comissões, foram mais de 3 mil reuniões com mais de 5 mil pessoas convidadas ou convocadas para depor.Chinaglia ressaltou, entre outras ações, a votação em primeiro turno da proposta emenda constitucional que modifica o rito de tramitação das medidas provisórias, a votação da chamada Lei Seca e a adoção de algumas medidas administrativas, como a negociação da folha de pagamento dos funcionários com os bancos."Somado o valor de R$ 227 milhões (da venda da folha de pagamento) com os R$ 74 milhões que nós economizamos de horas extras, eu vou surpreender vocês: Isso paga o salário de todos os deputados, os 513, nos dois anos. Ou, uma outra comparação: dá para construir um outro prédio, similar ao anexo 4, e outras benfeitorias", disse.Entre os principais desafios para o próximo presidente da Câmara, Chinaglia citou as votações da reforma tributária, das mudanças nas agências reguladoras e da propsota de emenda constitucional sobre o trabalho escravo.Senado Antes do discurso, Chinaglia não deixou de manifestar seu desapontamento com o fato de o PT não conseguir a Presidência do Senado. Apesar de lembrar um momento ruim da campanha do petista, Chinaglia acredita que o PT e o PMDB vão se acertar para o futuro."Não pega bem que, no lançamento da candidatura do Tião Viana, num jantar com o presidente da República, vários senadores do PMDB, tenham manifestado apoio ao Tião Viana e depois, de forma surpreendente, tenham lançado a candidatura de um daqueles que estavam lá, o senador Sarney. Mas, enfim, não creio que isso evolua para constrangimentos", afirmou.Emocionado, Chinaglia citou um a um os sete deputados que faleceram nos últimos dois anos.O discurso de Chinaglia foi feito durante a sessão preparatória para instalação da sessão legislativa.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Cidades gaúchas querem 10º FSM no RS


As cidades gaúchas de Canoas, Esteio, Sapucaia, São Leopoldo e Novo Hamburgo estão fazendo um lobby do bem junto aos membros do Conselho Internacional. A intenção é fazer com que a região do entorno de Porto Alegre, onde várias governos se encontram no campo popular, organizem o 10º FSM. A recepção de quem foi até o momento procurado, teria sido boa. A questão é que há uma preocupação de que o governo de Porto Alegre seja envolvido nessa ação. Afinal, o FSM nasceu lá. De volta para o Rio Grande do Sul, os articuladores da proposta devem procurar o prefeito da capital, José Fogaça, para buscar uma proposta unificada.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

A crise mundial vista pelo PSB



Retirei este texto do site:http://www.rollemberg.com.br/Ao qual se encaixa bem com minha forma de pensar, e dela retirar e repassar para outras pessoas, que somente com uma visão ampla da sociedade, ao qual se abaterá a crise, que a política neoliberal está fadada ao insucesso, e tão somente com apontamentos claros poderemos vencer está crise. Políticas claras como as que o PSB defende, pode sim dizer que estaremos no caminho certo, e é dessa forma que deveremos agir e repensar o mundo e um Brasil possível.




Crise mundial
Em nota, diretório nacional do PSB aponta alternativas para vencer crise econômica mundial
Reunido no Recife, capital do estado de Pernambuco, em 11 de dezembro de 2008, o Diretório Nacional do Partido Socialista (PSB) torna pública, pela presente nota, sua posição sobre a crise econômica mundial e seus desdobramentos no País:



1. O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro crescerá acima de 5% (cinco por cento) em 2008, em prosseguimento à série de avanços registrados nos últimos anos. Ainda assim, 2009 se apresenta com uma interrogação: o Brasil terá como manter taxas positivas frente à crise presente do capitalismo? Trata-se de um enorme desafio, que deve ser enfrentado não apenas pelas vias convencionais das formulações econômicas. Ele demanda o aprofundamento do debate político, em torno da superação dos obstáculos, que vá além de arranjos que apenas tentem remediar o novo impasse do capitalismo.



2. Crises cíclicas são inerentes ao capitalismo, de modo especial em economias desregulamentadas. Na crise atual, fruto do modo de acumulação capitalista, as saídas que estão sendo trabalhadas buscam apoio na ação dos governos e nos benefícios e empréstimos dos bancos públicos, contrariando o fundamentalismo neo-liberal. O Brasil precisa refletir profundamente sobre essa lição. Neste País, por décadas, se assistiu ao desmonte planejado do Estado e à imposição de um “pensamento único” que depositava, nas mãos do mercado, a solução para os problemas nacionais. O resultado foi concentração de renda, fragilidade financeira e incapacidade de o Estado atuar soberanamente em contextos de riscos.



3. Deixar evidente, como toda clareza, a falência do modelo neo-liberal é a primeira oportunidade política que a crise oferece às forças populares e progressistas. A segunda oportunidade é avançar em soluções que tenham por objetivo não salvar apenas banqueiros e grandes empresários que apostaram no entesouramento e na especulação. Mas sim investir naquelas que se orientem pelas necessidades concretas da imensa maioria de trabalhadores do campo e das cidades, assalariados, profissionais liberais, pequenos e médios empresários brasileiros, maiores vítimas de um processo de retração econômica.



4. Dessa forma, defende o Diretório Nacional do PSB:
a) o fortalecimento do mercado interno, mediante políticas que garantam a oferta de crédito para as famílias e as empresas e o poder de compra dos salários;b) a manutenção e ampliação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), notadamente no que concerne a obras de infra-estrutura e em setores estratégicos; c) a ampliação dos programas de proteção social, especialmente os direcionados para as famílias mais pobres, os desempregados e os jovens;d) a adoção de uma nova política de juros, que faça crescer os investimentos e responda à retração econômica imposta pela crise financeira mundial; bem como ter atenção especial aos ataques especulativos da nossa moeda;e) a implantação de medidas tributárias capazes de estimular a geração de empregos nas zonas urbana e rural; f) políticas mais ativas de combate aos desequilíbrios regionais.



5. Entende o Diretório Nacional do PSB que o Brasil, pela solidez de suas reservas, dimensão de seu mercado interno, diversidade e riqueza de seus recursos naturais, tem as condições necessárias para enfrentar os efeitos da crise e dela sair ainda maior nos campos econômico, social e político. Mas para tanto é essencial que, em nenhum momento, se perca, na busca de soluções, o foco dos interesses dos trabalhadores e dos excluídos. Nesse sentido, o PSB exercerá, por dever, a crítica política, com firmeza e lealdade, em nome do País soberano, justo e democrático que estamos construindo, com a força e a unidade de todos os brasileiros.


Recife – PE, 11 de dezembro de 2008


Governador Eduardo CamposPresidente Nacional do PSB

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Momento mais importante do FSM


Para aqueles que não acreditavam ou talvez não queriam que o FSM de 2009 se tornasse um dos maiores ou mais importantes encontros de Presidentes Latino americanos. Indo na contra mão de tudo que até aqui foi feito pelo neoliberalismo, mostrando para o mundo todo, novas vias alternativas de modelos ecônomicos viáveis. Agora eu coloco na íntegra uma matéria de Emir Sader, ao qual ele mesmo diz "Um outro mundo possível".

O momento mais importante do Fórum Social Mundial (FSM) de Belém do Pará terminará sendo o ato do dia 29 de janeiro, no Hangar, que contará com a presença de Evo Morales, Fernando Lugo, Rafael Correa, Hugo Chavez e Lula – presidentes latinoamericanos que constroem, de distintas maneiras, modelos alternativos ao neoliberalismo. É uma presença inevitável, que marca como a América Latina se transformou, de "paraíso do neoliberalismo" a seu elo mais fraco, onde se começou a construir, efetivamente, o "outro mundo possível" pelo que luta o Fórum Social Mundial.No seu inicio, o FSM se delimitava expressamente em relação a governantes – assim como a partidos. A presença de presidentes como Lula e Hugo Chavez, por exemplo, era feita mediante atividades paralelas. Era ainda o momento de protagonismo dos movimentos sociais na luta de resistência ao neoliberalismo. O primeiro FSM se realizou em janeiro de 2001, em Porto Alegre. O primeiro governo progressista latinoamericano, o de Hugo Chavez, tinha sido eleito em 1998 e sobrevivia, solitariamente, sob forte ofensiva direitista. Foi ao longo desta década que foram eleitos Lula, Tabaré, Kirchner, Evo, Rafael Correa, Lugo – que representaram a passagem da luta antineoliberal a seu período atual, de luta por uma hegemonia alternativa, pela construção de modelos de superação do neoliberalismo.A fundação do Movimento ao Socialismo (MAS) boliviano foi um momento determinante na luta por "um outro mundo possível", porque revelava, de forma explícita, a compreensão de que somente rearticulando a luta social com a luta política, seria possível dar inicio à construção de alternativas ao neoliberalismo. As forças sociais que tiveram essa compreensão, cada uma à sua maneira, puderam passar à fase atual, enquanto as outras perderam peso, se isolaram, ao permanecer numa atitude apenas de resistência.Desde o último FSM realizado no Brasil, em 2005, os processos de integração regional avançaram, surgiram novos governos progressistas, enquanto o FSM foi ficando reduzido à realização dos Foros mundiais e regionais, sem propostas diante da crise neoliberal, diante das guerras imperiais, sem vincular-se aos processos – como os latinoamericanos – que efetivamente começaram a construção de alternativas ao neoliberalismo.A presença dos cinco presidentes em Belém expressa o estágio atual de luta antineoliberal e é um chamado ao FSM, para que volte a articular forças de resistência social à esfera política, aquela da disputa hegemônica, que se torna central partir da crise contemporânea, do fim do governo Bush e dos avanços – concentrados hoje na América Latina – do pós-neoliberalismo.O ato do dia 29 expressa a força atual da luta por "um outro mundo possível" no plano político, que junto à luta dos movimentos sociais e das outras forças políticas e culturais, são chamadas a desempenhar um papel permanente e decisivo na luta antineoliberal. Coloca-se para o FSM e as forças que o compõem um dilema essencial: permanecer na intranscendência do intercâmbio de experiências a cada ano ou dois anos ou avançar na construção de alternativas. A luta antineoliberal seguirá adiante e será tanto mais forte, quanto mais o FSM se acoplar às formas realmente existentes de construção do "outro mundo possível".
Emir Sader é filósofo e cientista político

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