domingo, 29 de março de 2009
Prefeito João Rodrigues é desmentido por menbro de seu próprio governo. MENTIU PRO TÍO
A Secretária Astrid disse ao então vereador de oposição e mentor do requerimento que: "Na verdade, acho que foi uma colocação mal feita do nosso prefeito e, de repente, uma má interpretação a respeito do assunto" O quê de fato ouve foi uma prorrogação de contrato por mais 90 dias.
Ou sou eu que estou delirando, ou o prefeito mostra mais uma vez que não está com a bola toda. No que diz respeito ao que vem sendo publicado pela imprensa golpista de nosso munícipio. Não observei uma nota se quer,dando a favor da secretária e desmentindo o santo milagreiro. Sejamos franco prefeito isso que ai está, mostra mais uma vez que seu modo de governar é ultrapassado, repressivo, vulgar e mentiroso. Essa vc MENTIU PRO TÍO
segunda-feira, 23 de março de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
Após recuar de venda de terreno público João Rodrigues se vê as voltas com MPSC

O Ministério Público de Santa Catarina, através da 9ª Promotoria de Justiça da Comarca de Chapecó, instaurou contra a Prefeitura de Chapecó, inquérito civil para averiguar possível aumento abusivo no valor da tarifa do transporte coletivo urbano no município. A representação dessa denúncia foi feita pelo vereador Marcelino Chiarello junto ao ministério público em janeiro deste ano após o aumento das passagens.
O Promotor de Justiça, Alexandre Piazza, que instaurou o inquérito notificou o Prefeito João Rodrigues no último dia 12 e deu prazo de quinze dias para que o Município preste esclarecimentos quanto ao índice utilizado para o reajuste e forneça cópias das planilhas de custo do transporte coletivo dos anos de 2005, 2006, 2007 e 2008 para análise.
Chiarello destaca que a sociedade civil não tem nenhum instrumento de controle social sobre os preços praticados no transporte. “Por isso já encaminhamos na câmara o Projeto de Lei que cria o Conselho Municipal de Transporte Coletivo e Escolar que cria um órgão consultivo e deliberativo sobre o Sistema de Transporte e vai poder discutir com democracia e transparência a revisão do preço das tarifas e o planejamento estratégico desse setor”, afirma.
Bastante salutar esse inquérito para trazer as claras e mostrar para a população, esta que no seu dia a dia usa deste meio de transporte para trabalho e lazer . Qual foi o aumento e em que baseiam-se esses custos no valor total da passagem. Por diversas vezes foram protocolados pedidos para mostrarem as planilhas, mas essas não forram demonstradas e em muitos casos até a negativa de comparecimento de pessoas para esclarece-las foi notado. Em tempos de crise..... como essa que estamos a enfrentar é bem vinda qualquer forma de trazer a tona esclarecimentos e números, visto esses que diz respeito diretamente com a população, essa que por sua vez fica a mercê de determinados tratamentos da elite dominante e burguesa. Mais salutar ainda em meu ponto de vista seria promovermos em toda a administração pública uma auditoria fiscal rigída, mesmo que velhos formadores de opinião digam, que ao promoverem auditorias o custo se torna elevado demais para o caixa da administração e inviabiliza obras e ações do poder público. Mas se nós observarmos por outro aspecto veremos que são enormes os benefícios, visto que essa nega e estirpa qualquer processo de desvio de dinheiro público para enriquecimento ilícito como é visto a olho nu ao nosso redor.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Direitos Humanos rejeita fim de demarcação indígena em SC
O relator, deputado Pedro Wilson (PT-GO), argumentou que a proposta, se fosse aprovada, provocaria o adiamento do processo de demarcação de terras para a comunidade indígena Kaingang. A demarcação foi homologada pela portaria 793/07, do Ministério da Justiça, que declarou a área de dois mil hectares como de posse permanente do grupo Kaingang.
Na prática, o projeto suspende os efeitos da portaria - que, na avaliação de Valdir Colatto, "extrapola os limites da competência do Ministério da Justiça".
Conflito
Valdir Colatto argumenta que 39 agricultores vivem e trabalham atualmente na região. Segundo o deputado, o cumprimento da demarcação teria um impacto econômico negativo em Santa Catarina, além de gerar conflitos agrários, "uma vez os que os agricultores resistem em sair".
O autor do projeto alega ainda que o Ministério da Justiça, ao expedir a portaria, não observou o direito à ampla defesa e ao contraditório dos produtores rurais. Além disso, Colatto afirma que a posse legal da área, "de agricultores e não de povos indígenas", já foi reconhecida em 1892.
Porém, o relator lembrou que de acordo com a atual legislação, somente os indígenas poderão permanecer na reserva demarcada. E, segundo ele, os agricultores têm assegurado o direito a indenização pelas benfeitorias que fizeram.
Cultura
Os Kaingang são um povo pertencente à família lingüística Jê. Sua cultura se desenvolveu nas regiões Sudeste e Sul. Atualmente, vivem em São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com uma população aproximada de 29 mil pessoas. Sozinhos, correspondem a quase 50% de toda a população dos povos de língua Jê, e são um dos cinco grupos indígenas mais populosos no Brasil.
O patrimônio lingüístico dos Kaingang é reconhecido internacionalmente como um dos mais ricos do mundo, conforme o Summer Institute of Linguistics (SIL), que mantém antropólogos e especialistas em lingüística pesquisando os dialetos dos povos Kaingang no Brasil desde 1970. O SIL é mantido por uma missão evangélica americana, que se expandiu pela América Latina com o apoio de intelectuais.
Tramitação
O projeto, que havia sido aprovado pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Em seguida, terá de ser votado em Plenário.Íntegra da proposta:- PDC-48/2007
terça-feira, 17 de março de 2009
Sexta feira 13, Roubini e o Catastrofismo

segunda-feira, 16 de março de 2009
A origem da corrupção
*Stephen Kanitz
domingo, 15 de março de 2009
Dep. Pedro Uczai rebate acusação de Jão Rodrigues

COMUNICADO
Em virtude da polêmica em torno da possível transferência da Escola Estadual Pedro Maciel, em Chapecó, e das acusações maldosas e desonestas do prefeito municipal de Chapecó de que este deputado teria criado boatos que podem prejudicar a viabilidade de um projeto privado no local, é importante esclarecer:
Na condição de presidente da Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, não preciso da permissão do prefeito municipal para visitar qualquer escola da rede pública estadual. Pelo contrário, é minha obrigação e dos demais membros da Comissão de Educação, fiscalizarmos e acompanharmos a situação das escolas estaduais visando garantir as condições necessárias para o trabalho dos professores e o aprendizado dos alunos;
No último dia 9 de março, realizei uma visita à Escola Estadual Pedro Maciel, em Chapecó, onde fui recebido por professores e pela direção da escola. A visita foi feita para verificar as condições de infra-estrutura da instituição, tendo em vista as informações veiculadas na semana anterior pela imprensa de Chapecó, as quais davam conta do excesso de alunos em algumas turmas. Na ocasião, fui informado pela comunidade escolar de que a prefeitura municipal estaria em negociação com o governo do Estado para destinar o local onde está a Escola Estadual Pedro Maciel para a construção de um empreendimento privado. Desta forma, a escola seria transferida para outro local. Esta informação a que muitos denominaram de boato no decorrer da semana, foi confirmada posteriormente pelo próprio prefeito em visita à escola e amplamente divulgada pela imprensa;
Durante minha visita, no dia 9, os professores e a direção manifestaram preocupação com essa possibilidade e pediram o apoio da Comissão de Educação para que a Escola Estadual Pedro Maciel não fosse transferida para outro ponto e muito menos “rifada” para a construção de um empreendimento privado. Ao contrário, a comunidade escolar defendeu sim o aumento de investimentos do governo do Estado para melhorar a infra-estrutura já existente. No mesmo momento, coloquei a Comissão de Educação à disposição da comunidade escolar para debater o assunto e, se necessário, realizar uma audiência pública com professores, direção, a prefeitura municipal e o governo do Estado. Além disso, em consonância com a direção e os professores, manifestei minha posição contrária à qualquer movimento que implicasse na destruição da atual estrutura desta escola. A Escola Estadual Pedro Maciel é um patrimônio público e há pouco mais de um ano recebeu dinheiro público para obras de ampliação; está localizada em uma área estratégica da cidade; atende a aproximadamente um mil alunos; e é um patrimônio histórico e cultural da nossa cidade. Portanto, a comunidade escolar precisa ser respeitada e a sociedade tem de reagir;
Não sou contrário à instalação de empreendimentos privados em Chapecó ou em qualquer município catarinense. Pelo contrário, penso que é dever do poder público municipal incentivar a criação de empreendimentos que contribuam para o aumento da arrecadação do município, a geração de emprego e renda e o fortalecimento da economia local. O que não concordo é que isso ocorra às custas da destruição do patrimônio público, sobretudo quando o assunto é educação. Afinal, seria muito irresponsável por parte do poder público conceber qualquer projeto cuja viabilidade dependa exclusivamente da venda ou destruição de um patrimônio público que, neste caso, pertence ao Estado. Também é importante destacar que não há qualquer projeto de lei tramitando na Assembleia Legislativa que trate da doação ou venda do local onde está a Escola Pedro Maciel. Portanto, qualquer equívoco de possíveis projetos da prefeitura não pode agora, de maneira maldosa e desonesta, ser creditado à comunidade escolar e a este deputado. Quem tem que explicar as razões de suas decisões é o próprio prefeito;
Reafirmo mais uma vez minha posição em consonância com a comunidade escolar, ou seja, pela permanência da Escola Pedro Maciel no local onde ela está. Defendo esta causa e vou lutar, sim, para que a Escola receba cada vez mais investimentos do poder público estadual e seja respeitada como um patrimônio público histórico e cultural da cidade de Chapecó, oferecendo desta forma um ambiente de trabalho cada vez mais digno para os professores e uma educação com ainda mais qualidade aos nossos jovens. Afinal, a melhor herança que podemos deixar para os nossos jovens, é a educação.
PEDRO UCZAI
Presidente da Comissão de Educação, Cultura e Desporto da
Assembleia Legislativa de Santa Catarina
Eles votam em qualquer um, menos no PT. Você pensa assim também??

sábado, 14 de março de 2009
ALERTA GERAL: SENADOR AZEREDO AUMENTA PRESSÃO PARA APROVAR SEU PROJETO DE VIOLAÇÃO DA LIBERDADE E IMPLANTAÇÃO DO VIGILANTISMO NA INTERNET

Capitalismo um modelo fracalhão, ou melhor Fracassado

É intrigante a facilidade com que se criam certos consensos e se mudam o conteúdo destes consensos de um momento para outro. Nós últimos meses assistimos a uma dessas mudanças. O Estado, que era apontado como vilão, passou a ser a solução. E o mercado passou a ser o problema.
*Boaventura de Sousa Santos
Boaventura de Sousa Santos é sociólogo e professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (Portugal).
Um defunto à beira do Paranoá. Cheira mau ao PSDB Rio Grandense

*Fundação Lauro Campos
sexta-feira, 13 de março de 2009
Vereadora Luciane Carminatti sugere dois minimos para Agentes de Saúde

Em indicação pede que o município faça a complementação para melhorar a remuneração desses trabalhadores, chegando a dois salários mínimos, até aprovação da PEC.
Segundo a vereadora a PEC ainda tramita no Congresso e o objetivo da moção e apoiar e influenciar a aprovação, o que vai garantir melhor salário para os agentes. “Nesse caso os agentes teriam salário que não pode ser inferior a dois mínimos”, destaca Luciane Carminatti. Ela também apresentou indicação em plenário, para que a administração municipal faça complementação salarial.
Ela justifica que mesmo ainda não sendo votada essa PEC, ela não impede que o município faça esse reajuste, remunerando melhor os agentes de saúde. Cita exemplo da cidade de Mossoró (RN) que paga R$ 748,00. Após aprovação da PEC o governo federal repassaria mais recursos para os municípios.
A vereadora justifica esse complemento porque os agentes fazem trabalho diário, sob sol ou chuva, de prevenção e que na ponta significa um menor investimentos na saúde curativa. “Esperamos sensibilidade nesse sentido até como forma de valorizar o trabalho dessas pessoas que é muito importante”, concluiu a vereadora.
À Santa Madre Igreja

quarta-feira, 11 de março de 2009
Centrais sindicais lançam abaixo-assinado pela criação do salário mínimo regional
Como explica o coordenador sindical do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), Ivo Castanheira, a proposta é avançar com a ideia em Santa Catarina, único estado entre as regiões Sul e Sudeste que ainda não implantou o Piso.
De acordo com ele, o objetivo é sensibilizar a população: “são mais de dois anos de discussão popular e, no entanto, o Governo do Estado não assumiu a proposta, mesmo após reunião. Agora buscaremos o apoio da população, que será muito beneficiada com o projeto”, diz. Castanheira ainda destaca que a partir da próxima semana será iniciada uma agenda de coleta de assinatura nos principais municípios de Santa Catarina.
Para o deputado estadual Pedro Uczai (PT), que trabalha pela criação do mínimo regional desde 2007 e nesta quarta-feira defendeu a proposta em intervenção no plenário, o projeto terá efeito positivo na economia catarinense, já que aumentará o consumo, a produção, gerará mais empregos e também impostos para o Governo Estadual. Uczai também defendeu que cada deputado estadual assine e auxilie nos abaixo-assinados: “temos deputados representantes de todas as regiões de Santa Catarina, que votam e são votados. Não tenho dúvida que essa é a oportunidade de cada parlamentar agradecer o apoio da população”, afirma
Escolas técnicas estimulam os jovens a ter uma profissão, diz Lula

Durante participação no programa Café com o Presidente, o ministro da Educação, Fernando Haddad, lembrou que em 2009 é comemorado o centenário da Rede Federal de Educação Profissional. De 1909 até pouco antes do início do primeiro mandato de Lula, foram criadas 140 escolas técnicas.
Para Lula, a expansão do ensino profissionalizante é uma forma de manter o jovem no interior, porque ele não precisará se deslocar para as capitais na tentativa de conseguir um diploma, além de contribuir para a qualificação da mão-de-obra. “Um jovem que entra em uma escola e aprende uma profissão tem possibilidade de ter um emprego em qualquer lugar do país”, afirmou o presidente.
Exportadores de frango reclamam de queda nas vendas por causa de protecionismo

Nas exportações para a África, a queda de 6% também está relacionada a exigências de novos exames. "Não queremos a exportação irregular, mas sim descomplicar os processos", afirmou Turra. "Esse protecionismo é uma guerra que começa a acontecer."
"Esperamos exportar 500 mil toneladas de carne de frango para a China", afirmou Lohbauer. No Oriente Médio, a perspectiva também é positiva: depois da Feira de Dubai (maior cidade dos Emirados Árabes Unidos), os empresários vêem uma possibilidade de recuperação do mercado. "Nessa região, as vendas caíram 4%", disse Turra.
Além das barreiras protecionistas, a Abef ressaltou a necessidade de queda dos juros para as cooperativas e de maior concessão de crédito. "Vemos notícias de que há crédito, mas ele não chega à ponta", contou Lohbauer. Segundo ele, empresas com excelente reputação no mercado e bons balanços estão pedindo empréstimos para fazer o capital girar, sem sucesso. "Ninguém está querendo fortunas, mas nem assim consegue
segunda-feira, 9 de março de 2009
Che Parte I: O Argentino

Não causou surpresa, portanto, o anúncio de que iria dirigir uma biografia de Che Guevara, que estréia nos cinemas brasileiros no dia 20, um dos controversos líderes da revolução cubana que se transformou num verdadeiro ícone e é até hoje odiado pela direita (que o enxerga como a encarnação de Belzebu na Terra) e celebrado pela esquerda (que o considera um dos maiores exemplos de coragem e dedicação na luta contra a opressão das elites).
O filme resultou num “épico” de mais de quatro horas e os realizadores optaram por dividi-lo em duas partes. Acabo de assistir à primeira, intitulada “Che – O Argentino”.
Começo dizendo que se trata de um filme difícil de classificar. Apesar de trazer Che no nome, não se trata de uma tentativa de biografá-lo. Apesar de ele aparecer em quase todas as cenas, o diretor não se preocupa em aprofundar a personalidade de Guevara, optando por uma narrativa não-linear, onde alterna ações da guerrilha na Sierra Maestra com uma viagem de Che aos EUA já como Ministro de Cuba, onde faz pronunciamentos na ONU, dá entrevistas e participa de festas – numa delas ironiza o infame senador McCarthy, agradecendo-o em nome da causa revolucionária pela fracassada tentativa de invadir Cuba pela Baia dos Porcos. A primeira parte termina com a vitória dos guerrilheiros e sua partida para Havana.
Assim, o filme é basicamente episódico, pulando de um evento para outro sem muita preocupação em situar a ação dentro da cronologia ou explicar o que está acontecendo. Mesmo a figura de Che é tratada com reverência e distanciamento, o que é reforçado pela atuação contida e metódica de Benício Del Toro, que literalmente encarna o personagem fisicamente. A opção de Soderbergh em filmar quase toda a parte da guerrilha em planos gerais aumenta ainda mais essa sensação de distanciamento.
Para quem conhece mais a fundo a história da revolução cubana, “Che” vai agradar porque traz uma recriação precisa de vários acontecimentos e diálogos descritos em muitos livros sobre o assunto. Não por acaso, o jornalista estadunidense John Lee Anderson, autor da biografia de Guevara, serviu como consultor especial ao projeto. Anderson é aquele sujeito que humilhou os autores da ridícula “reportagem” sobre Che, publicada em 2008 no panfleto de extrema-direita da editora Abril, a famigerada revista Veja.
Por outro lado, essa aproximação distanciada e nem um pouco didática confundirá a cabeça do espectador comum que, acostumado a se “informar” pela mídia grande, não vai conseguir entender direito o que se passa na tela e, por causa disso, fatalmente perderá o interesse. O que é sempre uma pena.
No final das contas, “Che – O Argentino” acaba sendo excessivamente reflexivo e um pouco frio para um tema tão “caliente”. Não tenta explicar a revolução cubana nem “entrar” na cabeça de Guevara, ficando num meio termo entre um documentário sobre as ações da guerrilha e uma pálida fotografia de um de seus líderes.
É claro que fica difícil avaliar um filme que foi concebido e filmado como um só, mas que assistimos separadamente, em duas partes. Pode ser que todas essas “lacunas” que apontei acima sejam resolvidas na parte dois. Vamos esperar para ver, então...
MMC Movimento das Mulheres Camponesas de toda região fizeram encontro em Chapecó
sábado, 7 de março de 2009
Líder do governo rebate critica do líder do Democratas
“Essa é uma postura de luta política do líder do Democratas tradicional dentro da nossa democracia e do cotidiano que o nosso governo enfrenta. Aliás, o Democratas, quando eu ouço seus líderes falarem, dá a sensação de que 99 % das coisas que o nosso governo faz são coisas erradas”, disse Henrique Fontana.
Segundo o líder governista, essas colocações dos líderes do Democratas “têm pouco respaldo na opinião pública, porque nós percebemos uma avaliação efetiva da população brasileira sobre os atos do governo Lula. Nós percebemos o apoio bastante representativo e majoritário da sociedade”. De acordo com Fontana, o governo não vai se pautar por uma “provocação do líder do DEM”.
“Temos absoluta tranqüilidade e convicção para afirmar que todos os repasses de recursos e convênios feitos com todas as entidades empresarias, sindicais e de trabalhadores, entidades estudantis, movimentos sociais, como o MST, e tantos outros, são convênios de interesse público e que atendem a demandas efetivas e ao interesse da população e são feitos dentro da lei”, afirmou o líder governista
.Ao ser questionado sobre a atuação do governo em relação ao MST, o líder Fontana afirmou que quem governa o país tem que ter capacidade de mediar conflitos e que os movimentos sociais revindicam mudanças nas políticas públicas e sociais do Brasil.
“Nós temos que garantir duas coisas ao mesmo tempo: o respeito à lei e as reivindicações. Temos que resolver isto com diálogo e negociação. Nesse sentido, o nosso governo tem ido muito bem, porque tem diminuído os conflitos, que ocorriam antes desse governo no país”, afirmou o líder governista.
Fidel sobre a globalização neoliberal

Vignatti é o primeiro parlamentar catarinense a assumir presidência da CFT

sexta-feira, 6 de março de 2009
Defesa de Lula e Dilma afirma que encontro de prefeitos não teve fim eleitoreiro

Economista aponta lado saudável da crise para o Brasil
Segundo ele, o Brasil caminhava para uma situação explosiva em relação ao crédito e houve um freio de arrumação. “Agora, [a crise] ajuda o Brasil a caminhar de forma mais racional e evitar o nosso subprime [sistema de financiamento da casa própria por meio de hipotecas]. Temos uma regulação que não vai nos deixar cometer os mesmos erros dos bancos no mundo”, afirmou.
De acordo com Barros, neste momento em que o mundo enfrenta a maior crise bancária da história, o papel dos bancos brasileiros é muito importante. Ele citou Ben Bernake, presidente do Federal Reserve [Banco Central dos Estados Unidos], que recentemente teria dito em São Paulo que o mundo deve caminhar para algo parecido com o que o Brasil tem hoje em relação ao sistema bancário.
“O Brasil tornou-se mais previsível, mais disciplinado e mais organizado. O Brasil acertou muito mais do que errou, e acho que devemos ter uma visão mais construtiva, pois será como uma locomotiva não só regional, mas também internacional.”'
Marcelino Chiarello, vereador de esquerda e primeiro secretário, assumiu ontem (05) pela primeira vez, durante a sessão, a presidência da Câmara

Ele anunciou, após conversa com o Secretário de Desenvolvimento Regional, Luciano Buligon, que este estará presente na próxima terça-feira (09) às 09h na Câmara para discutir com as mulheres de Policiais Militares a Lei 254/2003.
Durante a sessão de ontem foi provada uma audiência pública para discutir problemas de trânsito na rua Attilio Fontana no bairro EFAPI, a partir da entrada da universidade até o seu final. Duas propostas de audiência foram acordadas por Reuniões de Trabalho. A primeira pede informações à Secretaria de Educação e Procuradoria sobre o rompimento com a Nutriplus que fornecia merenda escolar e o que foi gasto até agora com esse convênio. A segunda reunião pode informações sobre a locação de diversos veículos pela prefeitura, cujo convênio também foi findado recentemente.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Aprovado projeto que altera destinação de areas institucionais

Foram nove votos a favor e um contra e ausência de outro vereador. O projeto vem gerando discussões acaloradas na Câmara porque a aprovação permitirá a venda desses terrenos. No entanto cada caso deverá passar pela Câmara para aprovação.
O vereador Marcelino Chiarello votou contra o projeto, pois queria antes que fosse aprovado requerimento onde solicita informações da prefeitura sobre quantas casas foram construídas através de algumas autorizações que o legislativo já deu nesse sentido. Ricardo Lunardi lembra que o projeto do executivo permitirá que se construa mais casas para famílias necessitadas e que estas tenham boa infra-estrutura para ter qualidade de vida. Arestide Fidélis lembra que são muitas famílias que necessitam de moradias e esse projeto que vai para segunda votação nesta terça-feira dará agilidade para o executivo fazer mais casas.
Ao visitante
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